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><channel><title>Cultura de Qualidade &#187; Obras literárias</title> <atom:link href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/categoria/obras-literarias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br</link> <description>Cultura, Literatura, Filosofia, Atitude</description> <lastBuildDate>Thu, 18 Aug 2011 02:04:41 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator><meta xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex,follow" /> <item><title>Elizabeth Gilbert Mini Biografia</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/elizabeth-gilbert-mini-bigrafia/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/elizabeth-gilbert-mini-bigrafia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 08 Jun 2010 20:08:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Cultura de Qualidade</dc:creator> <category><![CDATA[Biografia]]></category> <category><![CDATA[Elizabeth Gilbert]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category> <category><![CDATA[Mais Vendidos]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Amar]]></category> <category><![CDATA[Autora]]></category> <category><![CDATA[Comer]]></category> <category><![CDATA[Escritora]]></category> <category><![CDATA[Não Ficção]]></category> <category><![CDATA[Rezar]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=1600</guid> <description><![CDATA[Mini Bigrafia de Elizabeth Gilbert, escritora do Best Seller Comer, Rezar, Amar, seu livro mais conhecido no Brasil, com mais de 4 milhões de exemplares vendidos.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fbiografia%2Felizabeth-gilbert-mini-bigrafia%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=Amar,Autora,Biografia,Comer,Elizabeth+Gilbert,Escritora,N%C3%A3o+Fic%C3%A7%C3%A3o,Rezar&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><div id="attachment_1604" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/150x150-Elizabeth-Gilbert.jpg"><img class="size-full wp-image-1604" title="Comer, Rezar, Amar, Não Ficção, Biografia, Elizabeth Gilbert, Autora, Escritora, Escritora, Memórias" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/150x150-Elizabeth-Gilbert.jpg" alt="Comer, Rezar, Amar, Não Ficção, Biografia, Elizabeth Gilbert, Autora, Escritora, Escritora, Memórias" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Elizabeth Gilbert</p></div><p>Elizabeth Gilbert é autora de uma coletânea de contos, Pilgrims (&#8220;Peregrinos&#8221;, inédito no Brasil e finalista do Prêmio Pen/Hemingway), de um romance, Stern Men (&#8220;Homens sisudos&#8221;, inéditos no Brasil), e de um livro de não-ficção, The Last American Man (&#8220;O último homem americano&#8221;, também inédito no Brasil, indicado ao National Book Award e escolhido pelo The New York Times como um dos livros notáveis de 2002). Escreve para a revista norte-americana GQ, onde recebeu duas indicações para o National Magazine Award por seus artigos. Elizabeth Gilbert vive hoje na Filadélfia.</p><p>Escreveu o <a title="Best Seller Comer, Rezar, Amar" href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/comer-rezar-amar-elizabeth-gilbert/" target="_self">Best Seller Comer, Rezar, Amar</a>, seu livro mais conhecido no Brasil, com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, cuja resenha pode ser vista no link abaixo:</p><ul><li><a title="Best Seller Comer, Rezar, Amar" href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/comer-rezar-amar-elizabeth-gilbert/" target="_blank">Comer, Rezar, Amar</a></li><li><a title="Não-Ficção mais vendidos em 2008" href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/mais-vendidos/livros-nao-ficcao-mais-vendidos-de-2008/" target="_blank">Livros não-ficção mais vendidos em 2008</a></li><li>Site da autora: <a title="Site de Eliizabeth Gilbert" href="http://www.elizabethgilbert.com" target="_blank">www.elizabethgilbert.com</a></li></ul> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/mini-biografia-de-vicki-myron/" rel="bookmark" title="8 de junho de 2010">Mini Biografia de Vicki Myron</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-ana-beatriz-barbosa-silva/" rel="bookmark" title="11 de dezembro de 2009">Biografia de Ana Beatriz Barbosa Silva</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-resumida-steven-jay-schneider-mini-biografia/" rel="bookmark" title="8 de junho de 2010">Steven Jay Schneider Mini Biografia</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/sem-categoria/biografia-james-hunter/" rel="bookmark" title="13 de abril de 2009">Biografia &#8211; James Hunter</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/mello-gilberto-freyre-biografia-resumida-cultura-nordestina/" rel="bookmark" title="14 de junho de 2010">Mello, Gilberto Freyre Biografia Resumida</a></li></ul><!-- Similar Posts took 10.963 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/elizabeth-gilbert-mini-bigrafia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Esaú e Jacó &#8211; e-book &#8211; Machado de Assis</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/esau-e-jaco-e-book-machado-de-assis/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/esau-e-jaco-e-book-machado-de-assis/#comments</comments> <pubDate>Tue, 24 Nov 2009 15:00:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Machado de Assis]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Abolição da Escravatura]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Encilhamento]]></category> <category><![CDATA[Esaú e Jacó]]></category> <category><![CDATA[Estado de sítio]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category> <category><![CDATA[Proclamação da República]]></category> <category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category> <category><![CDATA[Romance]]></category> <category><![CDATA[Século XIX]]></category> <category><![CDATA[Síntese]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=1087</guid> <description><![CDATA[Penúltimo romance de Machado de Assis, considerado uma síntese da obra machadiana. ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fesau-e-jaco-e-book-machado-de-assis%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=Aboli%C3%A7%C3%A3o+da+Escravatura,E-Book,Encilhamento,Esa%C3%BA+e+Jac%C3%B3,Estado+de+s%C3%ADtio,Literatura,Machado+de+Assis,Proclama%C3%A7%C3%A3o+da+Rep%C3%BAblica,Rio+de+Janeiro,Romance,S%C3%A9culo+XIX,S%C3%ADntese&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><h2>Penúltimo romance de Machado de Assis, considerado uma síntese da obra machadiana.</h2><p><img class="alignleft size-medium wp-image-1088" title="esau e jaco" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/esau-e-jaco-225x300.jpg" alt="esau e jaco" width="225" height="300" />Esaú e Jacó é o penúltimo livro de Machado de Assis, lançado 4 anos antes da sua morte e, segundo a maioria dos críticos, em pleno apogeu literário, depois de escrever, em 1899, Dom Casmurro, o mais célebre de seus livros.</p><p>A ação se passa no Rio de Janeiro, durante o último quartel do século XIX. Ou seja, no período turbulento que marca a passagem do Império para a República. Na história, Pedro e Paulo são dois gêmeos que se tornam rivais desde o útero. Eles já brigavam na barriga da mãe, como os personagens bíblicos Esaú e Jacó, filhos gêmeos de Isaac e Rebeca, aos quais o título do livro faz alusão.<br /> A inimizade dos irmãos não tem causa definida. O que não impede que eles discordem em tudo: Pedro é impulsivo, Paulo, dissimulado; Pedro é monarquista, enquanto Paulo é republicano. Para piorar a situação, os dois se apaixonam pela mesma mulher, Flora, que não consegue se decidir por um ou pelo outro.</p><p>Machado por esse jogo de opostos pode comentar um tempo de grande agitação política. Não sendo estranho ao livro temas como abolição da escravatura, encilhamento e Estado de sítio, porém o tema melhor abordado e reconhecido é a Proclamação da República, a qual se faz uma tremenda crítica.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="Esau e jaco" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=2042&amp;co_midia=2" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="20 de novembro de 2009">Algumas obras de Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/casa-velha-e-book-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="23 de novembro de 2009">Casa Velha &#8211; e-book &#8211; Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="20 de novembro de 2009">Biografia de Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/historias-e-book-herodoto/" rel="bookmark" title="6 de outubro de 2009">Histórias &#8211; e-book &#8211; Heródoto</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li></ul><!-- Similar Posts took 8.741 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/esau-e-jaco-e-book-machado-de-assis/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Esaú e Jacó &#8211; Machado de Assis</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/esau-e-jaco-machado-de-assis/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/esau-e-jaco-machado-de-assis/#comments</comments> <pubDate>Tue, 24 Nov 2009 15:00:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Machado de Assis]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=1091</guid> <description><![CDATA[A narrativa trava um diálogo tenso e constante com o leitor.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fesau-e-jaco-machado-de-assis%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,Literatura,Machado+de+Assis&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><h2>A narrativa trava um diálogo tenso e constante com o leitor.</h2><p><img class="alignleft size-medium wp-image-1094" title="jaco e esau2" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jaco-e-esau2-199x300.jpg" alt="jaco e esau2" width="199" height="300" /></p><p><strong> </strong></p><p>Esaú e Jacó é o penúltimo livro de Machado de Assis, lançado 4 anos antes da sua morte e, segundo a maioria dos críticos, em pleno apogeu literário, depois de escrever, em 1899, Dom Casmurro, o mais célebre de seus livros.</p><p>Esaú e Jacó se destaca por consolidar esta suave maestria no domínio da narrativa. Machado despoja-se da excentricidade ocasional num texto que abandona resquícios do picaresco e envereda num realismo que retoma a melancolia e o lirismo que se iniciara na primeira fase de sua produção literária. Destaque são os personagens muito próximos da vida real.</p><p>O Conselheiro Aires é um personagem poderoso que contracena com Natividade, mãe dos gêmeos Pedro e Paulo, que protagonizam este romance. E Machado chega quase à perfeição formal ao estabelecer esta trama fascinante onde os iguais são opostos e concorrentes. Discordam na política, na vida, sempre em campos opostos, um contra o outro, chegando mesmo a cortejar a mesma mulher.</p><p>A ambigüidade narrativa se instaura com o Conselheiro Aires, personagem e narrador, que no entanto, também é visto a partir de uma terceira pessoa. Machado por esse jogo de opostos pode comentar um tempo de grande agitação política. Não sendo estranho ao livro temas como abolição da escravatura, encilhamento e Estado de sítio, porém o tema melhor abordado e reconhecido é a Proclamação da República, a qual se faz uma tremenda crítica.</p><p><strong>ESAÚ E JACÓ DE MACHADO DE ASSIS</strong></p><p>Por <strong>Frederico Barbosa</strong><br /> poeta e professor de literatura</p><p><strong>Índice</strong></p><p><em><span style="font-style: normal;"> </span></em></p><p><em> </em></p><ul><li><em><a href="#INTRODUÇÃO">Introdução</a></em></li><li><em><a href="#DO-ROMANTISMO-AO-REALISMO">Do Romantismo ao Realismo</a></em></li><li><em><a href="#ROMANCES-INTERLIGADOS">Romances Interligados</a></em></li><li><em><a href="#A-NARRATIVA">A Narrativa</a></em></li><li><em><a href="#A-COMPLEXIDADE-DO-FOCO-NARRATIVO">A Complexidade do Foco Narrativo</a></em></li><li><em><a href="#O-DIÁLOGO-COM-O-LEITOR">O Diálogo com o Leitor</a></em></li><li><em><a href="#A-PROCLAMAÇÃO-DA-REPÚBLICA:-OS BESTIALIZADOS">A Proclamação da República: os Bestializados</a></em></li></ul><p><em> </em><br /> <a name="INTRODUÇÃO"></a><strong>INTRODUÇÃO</strong></p><p>No seu penúltimo romance, Machado de Assis inventa uma nova forma de narrar e apresenta uma alegoria das disputas políticas brasileiras do seu tempo através da história de dois gêmeos irreconciliáveis.</p><p><a name="DO-ROMANTISMO-AO-REALISMO"></a><strong>DO ROMANTISMO AO REALISMO</strong></p><p>A obra de Machado de Assis pode ser dividida em duas fases. A primeira compreende as obras da juventude, com forte influência do Romantismo, como os romances Ressurreição (1872), A Mão e A Luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878). O seu estilo apresenta um progressivo amadurecimento, até chegar ao Realismo de suas obras posteriores. Entre estas, destacam-se os cinco romances do período: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908).<br /> Os dois últimos romances do autor de Dom Casmurro  não têm a reputação crítica das suas três obras-primas iniciais do Realismo. No entanto, em  Esaú e Jacó e Memorial de Aires, Machado de Assis atinge o ápice de sua preocupação com climas, ambientes, situações existenciais sutis e delicadas. “— E andam críticos a contender sobre romantismos e naturalismos!” Exclama Aires em seu Memorial. Alheios a toda essa contenda, os narradores dos romances, como Machado de Assis, seguem interessados em investigar a fundo o caráter e a psicologia complexa das personagens.</p><p><a name="ROMANCES-INTERLIGADOS"></a><strong>ROMANCES INTERLIGADOS</strong></p><p>Ao escrever Quincas Borba (1891), Machado de Assis reutilizou um personagem já falecido no seu romance anterior, Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), o filósofo enlouquecido Quincas Borba. Assim, os romances se interligam não exatamente através da personagem, mas através da Teoria do Humanitismo que o filósofo transmite a Rubião, o protagonista do romance.<br /> Também Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908) se encontram interligados. Une-os a figura sábia e diplomática do conselheiro José da Costa Marcondes Aires, fino observador das sutilezas da psicologia humana.</p><p>Na Advertência de<strong> Esaú e Jacó</strong> lemos:</p><p>“Quando o conselheiro Aires faleceu, acharam-se-lhe na secretária sete cadernos manuscritos, rijamente encapados em papelão. Cada um dos primeiros seis tinha o seu número de ordem, por algarismos romanos, I, II, III, IV, V, VI, escritos a tinta encarnada. O sétimo trazia este título: Último.<br /> A razão desta designação especial não se compreendeu então nem depois. (…)Era uma narrativa; e, posto figure aqui o próprio Aires, com o seu nome e título de conselho, e, por alusão, algumas aventuras, nem assim deixava de ser a narrativa estranha à matéria dos seis cadernos. (…)<br /> Nos lazeres do ofício, [Aires]escreveu o Memorial, que, aparado das páginas mortas ou escuras, apenas daria (e talvez dê) para matar o tempo da barca de Petrópolis.<br /> Tal foi a razão de se publicar somente a narrativa. Quanto ao título, foram lembrados vários, em que o assunto se pudesse resumir, Ab ovo, por exemplo, apesar do latim; venceu, porém, a idéia de lhe dar estes dois nomes que o próprio Aires citou uma vez: ESAÚ E JACÓ”</p><p>Os primeiros seis cadernos trazem a matéria ficcional que daria origem ao romance de 1908, Memorial de Aires. Em vários momentos da narrativa de Esaú e Jacó, nos deparamos com o Conselheiro Aires escrevendo seu Memorial. Algumas das palavras com que registra os acontecimentos ou suas reflexões são reproduzidas pelo narrador.</p><p><a name="A-NARRATIVA"></a><strong>A NARRATIVA</strong></p><p>O enredo de Esaú e Jacó centra-se na história dos gêmeos Pedro e Paulo, simetricamente opostos. Suas brigas, que se iniciam no útero materno, estendem-se por toda a vida. Seus temperamentos são invertidos: Pedro é dissimulado e cauteloso, Paulo é arrojado e impetuoso. Na política, encontram campo fértil para dar vazão às suas animosidades: Paulo é republicano e Pedro monarquista. O primeiro vai cursar Direito em São Paulo, o segundo Medicina no Rio de Janeiro. Une-os o amor extremado pela mãe, Natividade, e separa-os a paixão por Flora, a “inexplicável”, segundo o conselheiro Aires, que se junta à mãe no esforço de aproximar os rapazes.<br /> Com a morte de Flora, os dois irmãos pareciam rumar para a reconciliação, logo frustrada. Nem mesmo o último pedido da mãe, que no leito de morte pede-lhes que sejam amigos, consegue uni-los por muito tempo. Ao final do romance, Aires constata que sempre foram  inimigos e que, ao que tudo indica, sempre o serão. Em certo momento da narrativa, o conselheiro afirma que as razões para tantas brigas não são conhecidas:<br /> “ –  Esaú e Jacó brigaram no seio materno, isso é verdade. Conhece-se a causa do conflito. Quanto a outros, dado que briguem também, tudo está em saber a causa do conflito, e não a sabendo, porque a Providência a esconde da notícia humana&#8230;”<br /> No entanto, na Bíblia, narra-se que Rebeca, ao sentir que os filhos brigam em seu útero, pergunta a Deus qual seria a causa e Este responde: “Duas nações há no teu ventre.” Essa é a causa a que alude o conselheiro. Pode ser também a causa alegórica da luta constante de Pedro e Paulo. As duas nações seriam o próprio Brasil, dividido, na época, entre a Monarquia e a República e até hoje entre o progresso e o conservadorismo, entre a sofisticação e a miséria. A figura de Flora, indecisa entre os dois irmãos, já foi identificada como uma representação alegórica da própria nação brasileira “inexplicável”. Seu pai, Batista, é o típico político fisiológico que muda de partido como quem troca de camisa, sem ter qualquer convicção política ou ideológica.<br /> No entanto, Machado de Assis nos fornece outra explicação, essa psicológica e não alegórica, para as constantes disputas fraternas. Crianças, ao travarem seu primeiro combate, recebem doces e beijos e um passeio de carro da mãe ao se reconciliarem. O narrador conclui o episódio com as seguintes constatações:</p><p>“De noite, na alcova, cada um deles concluiu para si que devia os obséquios daquela tarde, o doce, os beijos e o carro, à briga que tiveram, e que outra briga podia render tanto ou mais. Sem palavras, como um romance ao piano, resolveram ir à cara um do outro, na primeira ocasião. Isto que devia ser um laço armado à ternura da mãe, trouxe ao coração de ambos uma sensação particular, que não era só consolo e desforra do soco recebido naquele dia, mas também satisfação de um desejo íntimo, profundo, necessário.”</p><p>As implicações freudianas são claras: o Complexo de Édipo revelado na adoração da mãe faz com que se lancem um contra o outro. É bom lembrar que Machado de Assis escrevia antes mesmo do termo ser inventado. O mesmo Complexo pode explicar o fato de ambos se apaixonarem pela mesma mulher.</p><p><a name="A-COMPLEXIDADE-DO-FOCO-NARRATIVO"></a><strong>A COMPLEXIDADE DO FOCO NARRATIVO</strong></p><p>As experimentações com o foco narrativo marcam a fase realista de Machado de Assis. Em Memórias Póstumas de Brás Cubas apresenta um “defunto autor”. Esse aparente absurdo confere ao livro um realismo nunca antes visto em nossas letras. É exatamente por estar morto que o autor-narrador pode contar com um realismo cruel as perversidades, covardias e anti-heroísmo que compõem tanto a sua personalidade quanto as dos que o rodeiam. Em Dom Casmurro, é a escolha do foco narrativo, centrado no pouco confiável Bentinho, péssimo observador das sutilezas psicológicas, que cria a famosa dúvida acerca da traição de Capitu.<br /> A forma de narrar não é menos inovadora ou complexa em Esaú e Jacó. O autor hipotético da narrativa é o conselheiro Aires. No entanto, o narrador se apresenta na terceira pessoa. É como observador que descreve o conselheiro, mas em muitos momentos deixa transparecer suas opiniões, utilizando da primeira pessoa.</p><p>“Não me peças a causa de tanto encolhimento no anúncio e na missa, e tanta publicidade na carruagem, lacaio e libré. Há contradições explicáveis. Um bom autor, que inventasse a sua história, ou prezasse a lógica aparente dos acontecimentos, levaria o casal Santos a pé ou em caleça de praça ou de aluguel; mas eu, amigo, eu sei como as coisas se passaram, e refiro-as tais quais. Quando muito, explico-as, com a condição de que tal costume não pegue. Explicações comem tempo e papel, demoram a ação e acabam por enfadar. O melhor é ler com atenção.”</p><p>A arrogância e a impaciência do narrador, que tanto lembram a postura de Brás Cubas, nas suas Memórias Póstumas, em muito se afastam da atitude sempre tão contida e conciliadora do conselheiro Aires. O narrador chega a descrever Aires de uma forma um tanto quanto desdenhosa, ao se referir a suas posições sempre dúbias:</p><p>“Aires não pensava nada, mas percebeu que os outros pensavam alguma coisa, e fez um gesto de dois sexos. Como insistissem, não escolheu nenhuma das duas opiniões, achou outra, média, que contentou a ambos os lados, coisa rara em opiniões médias. Sabes que o destino delas é serem desdenhadas. Mas este Aires, — José da Costa Marcondes Aires, — tinha que nas controvérsias uma opinião dúbia ou média pode trazer a oportunidade de uma pílula, e compunha as suas de tal jeito, que o enfermo, se não sarava, não morria, e é o mais que fazem pílulas.”</p><p>O conselheiro Aires é retratado como um homem que sempre concorda com todas as opiniões alheias, mesmo que sejam contraditórias, o que assume em conversa com Flora. Lembra, assim, outro conselheiro famoso da literatura luso-brasileira, o Acácio, do romance O Primo Basílio, de Eça de Queirós. Ambos se comportam de maneira artificial e estudada. Procuram passar a imagem da perfeita correção e querem agradar a todo custo, fazendo com que os seus interlocutores ouçam sempre o que querem e o que pensam.<br /> Se Eça de Queirós descreve seu conselheiro Acácio como uma figura subserviente e empostada, o narrador de Esaú e Jacó esforça-se por desculpar a postura excessivamente diplomática de Aires. Logo após mostrar que o conselheiro tinha sempre “nas controvérsias uma opinião dúbia ou média”, o narrador de Esaú e Jacó, prevendo o desdém do leitor, pede que esse “não lhe queira mal por isso” e recomenda ainda que “não cuide que não era sincero, era-o”.  E complementa: “tinha o coração disposto a aceitar tudo, não por inclinação à harmonia, senão por tédio à controvérsia.”</p><p>Em muitos momentos o narrador se identifica plenamente com o hipotético autor do livro:</p><p>“Esse Aires que aí aparece conserva ainda agora algumas das virtudes daquele tempo, e quase nenhum vício. Não atribuas tal estado a qualquer propósito. Nem creias que vai nisto um pouco de homenagem à modéstia da pessoa. Não, senhor, é verdade pura e natural efeito.”</p><p>Em outras passagens, o narrador comunga do espírito comedido de Aires: “Não exagero; também não quero mal a esta senhora.” Se levarmos em conta que Aires tivera uma “queda” por D. Natividade, a quem a frase se aplica, a correspondência entre narrador e pseudo-autor fica ainda mais evidente.<br /> O crítico Ivan Teixeira, no belo livro Apresentação de Machado de Assis, resume bem a ambigüidade narrativa de Esaú e Jacó: “A invenção do pseudo-autor Aires (…) acabou gerando uma nova dimensão de foco narrativo: nem primeira nem terceira pessoa. mas uma coisa diferente, em que um autor imaginário trata-se a si mesmo como um ele, uma terceira pessoa, a cuja visão de mundo submete, no entanto, toda a outra matéria narrada no romance.”</p><p><a name="O-DIÁLOGO-COM-O-LEITOR"></a><strong>O DIÁLOGO COM O LEITOR</strong></p><p>Assim como em Memórias Póstumas de Brás Cubas, o narrador de Esaú e Jacó trava um diálogo tenso e constante com o leitor da obra. Esse “leitor incluso” na própria narrativa é apresentado em geral como uma mulher – é bom lembrar que as mulheres formavam a maioria do público leitor de romances na época – que lê de modo impaciente e fútil. O capítulo XXVII &#8211; De uma reflexão intempestiva é todo dedicado a esse diálogo. O narrador flagra a reflexão de um leitora hipotética sobre o que escrevera no capítulo anterior: “Mas se duas velhas gravuras os levam a murro e sangue, contentar-se-ão eles com a sua esposa? Não quererão a mesma e única mulher?” Ao responder, o narrador imagina as restrições da leitora vulgar, impregnada do romantismo mais banal, à sua obra:</p><p>“O que a senhora deseja, amiga minha, é chegar já ao capítulo do amor ou dos amores, que é o seu interesse particular nos livros. Daí a habilidade da pergunta, como se dissesse: ‘Olhe que o senhor ainda nos não mostrou a dama ou damas que têm de ser amadas ou pleiteadas por estes dois jovens inimigos. Já estou cansada de saber que os rapazes não se dão ou se dão mal; é a segunda ou terceira vez que assisto às blandícias da mãe ou aos seus ralhos amigos. Vamos depressa ao amor, às duas, se não é uma só a pessoa&#8230;’”<br /> Francamente, eu não gosto de gente que venha adivinhando e compondo um livro que está sendo escrito com método. A insistência da leitora em falar de uma só mulher chega a ser impertinente. Suponha que eles deveras gostem de uma só pessoa; não parecerá que eu conto o que a leitora me lembrou, quando a verdade é que eu apenas escrevo o que sucedeu e pode ser confirmado por dezenas de testemunhas? Não, senhora minha, não pus a pena na mão, à espreita do que me viessem sugerindo. Se quer compor o livro, aqui tem a pena, aqui tem o papel, aqui tem um admirador; mas, se quer ler somente, deixe-se estar quieta, vá de linha em linha; dou-lhe que boceje entre dois capítulos, mas espere o resto, tenha confiança no relator destas aventuras.”</p><p>A atitude do narrador não é só digressiva – afastando-se por uns instantes da linha narrativa básica – mas também metalingüística, pois através da interrupção da leitora, acaba por comentar seu método compositivo. Mas a “leitora” de fato antecipou um aspecto importante da narrativa que ainda estava por se desenrolar, o demonstra que não era tão fútil assim. O narrador irrita-se com a “reflexão intempestiva” da leitora, mas essa digressão é usada com maestria por Machado de Assis para já se desculpar pelo lance melodramático que irá se seguir: Pedro e Paulo ficarão realmente apaixonados pela mesma mulher. Basta lembrar o romance romântico Os Irmãos Corsos (1841), de Alexandre Dumas, para verificar que não se trata de entrecho muito original.</p><p><a name="A-PROCLAMAÇÃO-DA-REPÚBLICA:-OS BESTIALIZADOS"></a><strong>A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA: OS BESTIALIZADOS</strong></p><p>Em seu ensaio Os Bestializados &#8211; O Rio de Janeiro e a república que não foi, o historiador José Murilo de Carvalho remete a uma afirmação de Aristides Lobo (1838-1896), um dos chefes republicanos do levante de 15 de novembro de 1889,  que lamentava o fato de a população do Rio de Janeiro ter assistido à Proclamação da República &#8220;bestializada&#8221;, ou seja, sem nada entender, colocada à margem do movimento.<br /> Em Esaú e Jacó, Machado de Assis revela uma fina percepção do fenômeno, na época de seu desenrolar. No capítulo LX – Manhã de 15, narra o passeio de Aires por uma cidade convulsa e atordoada, em que ninguém sabe ao certo o que estava acontecendo:</p><p>“Notou que a pouca gente que havia ali não estava sentada, como de costume, olhando à toa, lendo gazetas ou cochilando a vigília de uma noite sem cama. Estava de pé, falando entre si, e a outra que entrava ia pegando na conversação sem conhecer os interlocutores; assim lhe pareceu, ao menos. Ouviu umas palavras soltas, Deodoro, batalhões, campo, ministério, etc. (…) Quando Aires saiu do Passeio Público, suspeitava alguma coisa, e seguiu até o largo da Carioca. Poucas palavras e sumidas, gente parada, caras espantadas, vultos que arrepiavam caminho, mas nenhuma notícia clara nem completa. Na rua do Ouvidor, soube que os militares tinham feito uma revolução, ouviu descrições da marcha e das pessoas, e notícias desencontradas.”</p><p>Apesar de “suspeitar alguma coisa”, depois de ouvir relatos exagerados e desencontrados do cocheiro do tílburi que o levou para a casa e de seu criado José, Aires “não acreditou na mudança de regime (…). Também bestializado, como o resto da população, menospreza a situação:</p><p>“Reduziu tudo a um movimento que ia acabar com a simples mudança de pessoal.<br /> — Temos gabinete novo, disse consigo.”<br /> Almoçou tranqüilo, lendo Xenofonte: “Considerava eu um dia quantas repúblicas têm sido derribadas por cidadãos que desejam outra espécie de governo, e quantas monarquias e oligarquias são destruídas pela sublevação dos povos; e de quantos sobem ao poder, uns são depressa derribados, outros, se duram, são admirados por hábeis e felizes&#8230;”</p><p>Segue-se um dos momentos mais curiosos de toda a obra de Machado de Assis, a cena da “tabuleta”. O almoço de Aires é interrompido por Custódio, dono da confeitaria em frente à sua casa. Quer consultá-lo sobre a tabuleta nova que mandara pintar para seu estabelecimento, a “Confeitaria do Império”. É Custódio que informa Aires sobre a Proclamação da República. Teme que sua confeitaria seja apedrejada. Aires sugere mudar o nome para “Confeitaria da República”, mas o confeiteiro adverte para o fato de que a situação pode mudar. Aires sugere “Confeitaria do Governo”, mas Custódio lembra que todo governo tem oposição… E assim sucedem-se as objeções do confeiteiro, preocupado em agradar a todos, até que o conselheiro:</p><p>“Disse-lhe então que o melhor seria pagar a despesa feita e não pôr nada, a não ser que preferisse o seu próprio nome: “Confeitaria do Custódio”. Muita gente certamente lhe não conhecia a casa por outra designação. Um nome, o próprio nome do dono, não tinha significação política ou figuração histórica, ódio nem amor, nada que chamasse a atenção dos dois regimes, e conseguintemente que pusesse em perigo os seus pastéis de Santa Clara, menos ainda a vida do proprietário e dos empregados. Por que é que não adotava esse alvitre? Gastava alguma coisa com a troca de uma palavra por outra, Custódio em vez de Império, mas as revoluções trazem sempre despesas.”</p><p>Essa cena comprova o que Aires iria escrever no seu Memorial:  “Não há alegria pública que valha uma boa alegria particular.”  Nos dois últimos romances de Machado de Assis essa preocupação com as relações entre o público e o privado aparecem ligadas a fatos históricos importantes do momento narrado.<br /> No Memorial de Aires, cuja narrativa abrange os anos de 1888 e 1889, Machado de Assis, mestiço e discretamente abolicionista, registra com simpatia, sempre através das palavras atenuadas de Aires, o momento em que a Abolição da Escravatura é concretizada. Já em Esaú e Jacó, a emancipação dos escravos é o único tema capaz de unir as opiniões dos dois irmãos. Mesmo que por razões diferentes, em 1888, ambos a comemoram.</p><p><em>Origem: <a href="http://fredb.sites.uol.com.br/esaujaco.html" target="_blank">fredb.sites</a></em></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-odisseia-e-book-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">A Odisséia &#8211; e-book &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-nicolau-maquiavel/" rel="bookmark" title="8 de outubro de 2009">Biografia de Nicolau Maquiavel</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/lord-jim-joseph-conrad/" rel="bookmark" title="22 de setembro de 2009">Lord Jim &#8211; Joseph Conrad</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/iliada-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Ilíada &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/odisseia-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Odisséia &#8211; Homero</a></li></ul><!-- Similar Posts took 11.846 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/esau-e-jaco-machado-de-assis/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Casa Velha &#8211; e-book &#8211; Machado de Assis</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/casa-velha-e-book-machado-de-assis/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/casa-velha-e-book-machado-de-assis/#comments</comments> <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:36:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Machado de Assis]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[E-Book Literatura Brasileira]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=1083</guid> <description><![CDATA[Um dos últimos romances urbanos de Machado de Assis.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fcasa-velha-e-book-machado-de-assis%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,E-Book+Literatura+Brasileira,Literatura,Machado+de+Assis&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><h2>Um dos últimos romances urbanos de Machado de Assis.</h2><p><img class="alignleft size-medium wp-image-1084" title="casa velha" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/casa-velha-216x300.jpg" alt="casa velha" width="216" height="300" />Casa Velha é um romance de Machado de Assis, publicado em folhetins na revista carioca Estação, de janeiro de 1885 a fevereiro de 1886.</p><p>A primeira edição saiu em livro somente em 1943, graças aos esforços da crítica literária Lúcia Miguel Pereira. A edição contou com introdução crítica da estudiosa e ilustrações de Santa Rosa.</p><p>Casa Velha é um dos últimos romances urbanos de Machado de Assis. A narrativa é feita por um dos personagens, um padre, que precisa se instalar numa casa muito antiga, onde mora uma família de fidalgos, cujo patriarca foi um político importante e mulherengo. Machado de Assis talvez tenha sido um dos primeiros escritores a abordar o amor impossível entre um casal de irmãos que se apaixona sem conhecer seu laço de sangue.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="Casa Velha" href="http://machado.mec.gov.br/arquivos/pdf/romance/marm06.pdf" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="20 de novembro de 2009">Algumas obras de Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/esau-e-jaco-e-book-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="24 de novembro de 2009">Esaú e Jacó &#8211; e-book &#8211; Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="20 de novembro de 2009">Biografia de Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/dom-quixote-de-la-mancha-e-book-miguel-de-cervantes/" rel="bookmark" title="30 de outubro de 2009">Dom Quixote de La Mancha &#8211; e-book &#8211; Miguel de Cervantes</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/as-viagens-de-gulliver-e-book-jonathan-swift/" rel="bookmark" title="1 de outubro de 2009">As Viagens de Gulliver &#8211; e-book &#8211; Jonathan Swift</a></li></ul><!-- Similar Posts took 6.925 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/casa-velha-e-book-machado-de-assis/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>A Dama das Camélias &#8211; e-book &#8211; Alexandre Dumas Filho</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-dama-das-camelias-e-book-alexandre-dumas-filho/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-dama-das-camelias-e-book-alexandre-dumas-filho/#comments</comments> <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 15:00:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Alexandre Dumas Filho]]></category> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=1072</guid> <description><![CDATA[Considerado um clássico da dramaturgia mundial.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fa-dama-das-camelias-e-book-alexandre-dumas-filho%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=Alexandre+Dumas+Filho,E-Book,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><h2>Considerado um clássico da dramaturgia mundial.</h2><p><img class="alignleft size-medium wp-image-1074" title="a dama das camelias" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/a-dama-das-camelias1-198x300.jpg" alt="a dama das camelias" width="198" height="300" /></p><p>A Dama das Camélias conta a história de uma elegante cortesã francesa que se apaixona perdidamente pelo jovem Armand. Preocupado com a reputação da família, o pai de Armand implorou a Marguerite que rompesse a relação. Marguerite se afastou de Armand sem que ele soubesse a razão.<br /> Revoltado, Armand se vingou humilhando Marguerite publicamente. Tuberculosa e endividada, Marguerite foi abandonada pelos amantes e falsos amigos. Somente depois de sua morte, Armand descobriu o sacrifício que ela fizera.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="a dama das camelias" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=2238&amp;co_midia=2" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-alexandre-dumas-filho/" rel="bookmark" title="19 de novembro de 2009">Biografia de Alexandre Dumas, filho</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/candido-ou-o-otimismo-e-book-voltaire/" rel="bookmark" title="20 de outubro de 2009">Cândido, ou O Otimismo &#8211; e-book &#8211; Voltaire</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/historias-e-book-herodoto/" rel="bookmark" title="6 de outubro de 2009">Histórias &#8211; e-book &#8211; Heródoto</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/viagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="6 de novembro de 2009">Viagem ao centro da Terra &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li></ul><!-- Similar Posts took 7.423 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-dama-das-camelias-e-book-alexandre-dumas-filho/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A Dama das Camélias &#8211; Alexandre Dumas Filho</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-dama-das-camelias-alexandre-dumas-filho/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-dama-das-camelias-alexandre-dumas-filho/#comments</comments> <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 15:00:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Alexandre Dumas Filho]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=1077</guid> <description><![CDATA[Inspirou a ópera La Traviata de Verdi.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fa-dama-das-camelias-alexandre-dumas-filho%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=Alexandre+Dumas+Filho,An%C3%A1lise+do+Livro,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><h2>Inspirou a ópera La Traviata de Verdi.</h2><p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-1081" title="dama das camelias" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dama-das-camelias-219x300.jpg" alt="dama das camelias" width="219" height="300" />La dame aux camélias</strong> ((em português)A Dama das Camélias), com primeira publicação em 1848, é um romance do escritor Alexandre Dumas Filho.</p><p><strong>Inspiração</strong></p><p>A Dama das Camélias tem cunho autobiográfico. Dumas Filho inspirou-se em suas próprias relações com a cortesã Marie Duplessis, e ainda no fato de ser ele próprio filho ilegítimo de Alexandre Dumas. Experimentando a rejeição, encontrou ao lado da amante a estabilidade que necessitava, e que veio a ser-lhe o mote para o romance.</p><p><strong>Sinopse</strong></p><p>A obra é ambientada na revolução de 1848, na França. Retrata o romance entre Marguerite Gautier, a mais cobiçada cortesã parisiense, e Armand Duval, um jovem estudante de Direito.</p><p>O jovem Armand pertence à uma família aristocrática da Paris do século XIX. Ele apaixona-se pela cortesã Marguerite. Mesmo diante da intolerância de sua família e do preconceito social, eles tentarão viver sua história de amor.<br /> <strong><br /> Adaptações diversas</strong></p><p>Adaptado para palco pelo próprio escritor, A Dama das Camélias teve sua primeira apresentação no Theatre de Vaudeville, em Paris, a 2 de fevereiro de 1852, obtendo imediato sucesso, o que levou o compositor Giuseppe Verdi a compor a música sobre a peça, estreando em o ano seguinte (1853) a ópera La Traviata, mudando o nome da protagonista de &#8220;Marguerite Gautier&#8221; para &#8220;Violetta Varéry&#8221;.</p><p>Desde sua estréia, a peça foi exibida em inúmeras edições ao redor do mundo (das quais dezesseis versões apenas na Broadway). Marguerite Gautier constituiu-se num papel trágico cobiçado pelas mais talentosas actrizes, dentre elas Eleonora Duse, Tallulah Bankhead, Gabrielle Réjane, Margaret Anglin e, principalmente, Sarah Bernhardt, que representou-a num filme de 1912, e nos palcos de Paris, Londres, Broadway e até no Brasil, com a presença do Imperador D. Pedro II.</p><p>Além desta adaptação de 1912, foi levada às telas do cinema doze vezes, entre 1906 e 1980, além de outras tantas adaptações para a televisão.</p><p><em>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-dama-das-camelias-e-book-alexandre-dumas-filho/" rel="bookmark" title="21 de novembro de 2009">A Dama das Camélias &#8211; e-book &#8211; Alexandre Dumas Filho</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/lord-jim-joseph-conrad/" rel="bookmark" title="22 de setembro de 2009">Lord Jim &#8211; Joseph Conrad</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/iliada-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Ilíada &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/odisseia-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Odisséia &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/orgulho-e-preconceito-jane-austen/" rel="bookmark" title="24 de setembro de 2009">Orgulho e Preconceito &#8211; Jane Austen</a></li></ul><!-- Similar Posts took 7.056 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-dama-das-camelias-alexandre-dumas-filho/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Algumas obras de Machado de Assis</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-machado-de-assis/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-machado-de-assis/#comments</comments> <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:19:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Machado de Assis]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category> <category><![CDATA[Obras Literárias Brasileiras]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=1059</guid> <description><![CDATA[Romance Ressurreição, (1872) A mão e a luva, (1874) Helena, (1876) Iaiá Garcia, (1878) Memórias Póstumas de Brás Cubas, (1881) Casa Velha, (1885) Quincas Borba, (1891) Dom Casmurro, (1899) Esaú e Jacó, (1904) Memorial de Aires, (1908) Poesia Crisálidas[3], (1864) Falenas, (1870) Americanas, (1875) Ocidentais, (1880) Poesias completas, (1901) Contos Contos Fluminenses, (1870) Histórias da<a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-machado-de-assis/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Falgumas-obras-de-machado-de-assis%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Literatura,Machado+de+Assis,Obras+Liter%C3%A1rias+Brasileiras&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-1060" title="machado_de_assis" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/machado_de_assis.gif" alt="machado_de_assis" width="245" height="287" /></p><p><strong>Romance</strong></p><ul><li>Ressurreição, (1872)</li><li>A mão e a luva, (1874)</li><li>Helena, (1876)</li><li>Iaiá Garcia, (1878)</li><li>Memórias Póstumas de Brás Cubas, (1881)</li><li>Casa Velha, (1885)</li><li>Quincas Borba, (1891)</li><li>Dom Casmurro, (1899)</li><li>Esaú e Jacó, (1904)</li><li>Memorial de Aires, (1908)</li></ul><p><strong>Poesia </strong></p><ul><li>Crisálidas[3], (1864)</li><li>Falenas, (1870)</li><li>Americanas, (1875)</li><li>Ocidentais, (1880)</li><li>Poesias completas, (1901)</li></ul><p><strong>Contos</strong></p><ul><li>Contos Fluminenses, (1870)</li><li>Histórias da Meia-Noite, (1873)</li><li>Papéis Avulsos, (1882)</li><li>Histórias sem Data, (1884)</li><li>Várias Histórias, (1896)</li><li>Páginas Recolhidas, (1899)</li><li>Relíquias da Casa Velha, (1906)</li></ul><p><strong>Teatro</strong></p><ul><li>Hoje avental, amanhã luva, (1860)</li><li>Queda que as mulheres têm para os tolos, (1861)</li><li>O caminho da porta, (1863)</li><li>O protocolo, (1863)</li><li>Desencantos, (1861)</li><li>Teatro, (1863)</li><li>Quase ministro, (1864)</li><li>Os deuses de casaca, (1866)</li><li>Tu, só tu, puro amor, (1880)</li></ul><p><strong>Alguns contos</strong></p><ul><li>A Carteira (conto do livro Contos Fluminenses)</li><li> Miss Dollar (conto do livro Contos Fluminenses)</li><li> O Alienista (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> Teoria do Medalhão (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> A Chinela Turca (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> Na Arca (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> D. Benedita (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> O Segredo do Bonzo (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> O Anel de Polícrates (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> O Empréstimo (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> A Sereníssima República (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> O Espelho (conto) (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> Uma Visita de Alcibíades (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> Verba Testamentária (conto do livro Papéis Avulsos)</li><li> Noite de Almirante (conto do livro Histórias sem Data)</li><li> Um Homem Célebre (conto do livro Várias Histórias)</li><li> Conto da Escola (conto do livro Várias Histórias)</li><li> Uns Braços (conto do livro Várias Histórias)</li><li> A Cartomante (conto do livro Várias Histórias)</li><li> O Enfermeiro (conto do livro Várias Histórias)</li><li> Trio em Lá Menor (conto do livro Várias Histórias)</li><li> O Caso da Vara (conto do livro Páginas Recolhidas)</li><li> Missa do Galo (conto do livro Páginas Recolhidas)</li><li> Almas Agradecidas</li><li> A Igreja do Diabo</li></ul> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/casa-velha-e-book-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="23 de novembro de 2009">Casa Velha &#8211; e-book &#8211; Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/esau-e-jaco-e-book-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="24 de novembro de 2009">Esaú e Jacó &#8211; e-book &#8211; Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-machado-de-assis/" rel="bookmark" title="20 de novembro de 2009">Biografia de Machado de Assis</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/algumas-obras-de-joseph-conrad/" rel="bookmark" title="22 de setembro de 2009">Algumas obras de Joseph Conrad</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/madame-bovary-e-book-gustave-flaubert/" rel="bookmark" title="13 de outubro de 2009">Madame Bovary &#8211; e-book &#8211; Gustave Flaubert</a></li></ul><!-- Similar Posts took 4.630 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-machado-de-assis/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Comer, Rezar, Amar &#8211; Elizabeth Gilbert</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/comer-rezar-amar-elizabeth-gilbert/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/comer-rezar-amar-elizabeth-gilbert/#comments</comments> <pubDate>Sun, 15 Nov 2009 15:00:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Elizabeth Gilbert]]></category> <category><![CDATA[Mais Vendidos]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=958</guid> <description><![CDATA[Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fcomer-rezar-amar-elizabeth-gilbert%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,Elizabeth+Gilbert,Literatura,Mais+Vendidos&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-959" title="comerrezaramar" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/comerrezaramar-208x300.jpg" alt="comerrezaramar" width="208" height="300" />O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos</p><p>Sucesso mundial com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, Comer , Rezar, Amar ocupou por cerca de um ano o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times e foi lançado em trinta países.</p><p>As vendas do livro, publicado no Brasil em fevereiro de 2007, cresceram de maneira significativa nos últimos meses &#8211; apenas em janeiro, foi vendida mais da metade do total de exemplares comercializados ao longo de todo o ano passado. Graças a esse enorme sucesso entre os leitores brasileiros, Comer, rezar, amar acaba de ganhar uma edição em novo formato.</p><p>Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.</p><p>Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. Comer, Rezar, Amar é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. &#8220;Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas&#8221;, explica.</p><p>Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.</p><p>Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.</p><p>Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, Comer, Rezar, Amar originou o roteiro do filme homônimo. Estrelado por Julia Roberts.</p><p>“A prosa de Gilbert é carregada de uma mistura de inteligência, sabedoria e exuberância coloquial que é quase irresistível, fazendo o leitor sentir-se feliz de escutá-la, como se fosse um amigo” – New York Times</p><p>“Um livro de memórias cativante, inteligente e divertido…o relato de sua passagem pela Índia é lindo, sincero e livre de banalidades perfumadas de patchouli” – Time Magazine</p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/lord-jim-joseph-conrad/" rel="bookmark" title="22 de setembro de 2009">Lord Jim &#8211; Joseph Conrad</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/iliada-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Ilíada &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/odisseia-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Odisséia &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/orgulho-e-preconceito-jane-austen/" rel="bookmark" title="24 de setembro de 2009">Orgulho e Preconceito &#8211; Jane Austen</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/frankenstein-mary-shelley/" rel="bookmark" title="25 de setembro de 2009">Frankenstein &#8211; Mary Shelley</a></li></ul><!-- Similar Posts took 23.325 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/comer-rezar-amar-elizabeth-gilbert/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Vinte Mil Léguas Submarinas &#8211; Júlio Verne</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/vinte-mil-leguas-submarinas-julio-verne/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/vinte-mil-leguas-submarinas-julio-verne/#comments</comments> <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:00:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Júlio Verne]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=910</guid> <description><![CDATA[Uma das obras de arte da literatura universal, figura entre as melhores do gênero fantástico.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fvinte-mil-leguas-submarinas-julio-verne%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,J%C3%BAlio+Verne,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><em><img class="alignleft size-medium wp-image-911" title="Warren-Nautilus-1" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Warren-Nautilus-1-300x149.jpg" alt="Warren-Nautilus-1" width="300" height="149" />Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p><p>Vinte Mil Léguas Submarinas (no original, em francês: Vingt mille lieues sous les mers) é uma das obras literárias mais famosas do escritor Júlio Verne, publicada pela primeira vez em 1870.<br /> <strong><br /> Enredo</strong></p><p>Esta obra, como a grande maioria das obras de Júlio Verne, é muito fundamentada com os conhecimentos da altura (meados do século XIX), conjuntamente, claro, com a rica e vasta imaginação de Verne.</p><p>Verne, em Vinte Mil Léguas Submarinas, consegue criar um submarino, o Náutilus, completamente autónomo do meio terrestre, movido somente a electricidade. O engenheiro, dono e capitão de tal feito, é o capitão Nemo, ele e a sua tripulação cortaram todas as relações com os continentes e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá, a comida, a matéria prima que necessitam para a produção de electricidade, tudo vem do mar.</p><p>Mas a humanidade não conhece a existência desta obra prima de engenharia que o capitão Nemo criou em segredo, e, quando este com ou sem intenção, começou a provocar estragos em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo, imaginando-o como um monstro marinho, um narval gigante, começando assim a caça à quimera.</p><p>Professor Aronnax, naturalista francês, Conseil, seu criado, e Ned Land, arpoador exímio de nacionalidade canadiana, partem no navio Abraham Lincoln da marinha norte-americana, juntamente com toda a sua tripulação, com o intuito de caçar este monstro e livrar os mares de tal aberração.</p><p>No contacto com o monstro, o Abraham Lincoln é danificado até ao ponto de não conseguir prosseguir viagem. Aronnax, Conseil e Ned Land, são atirados ao mar onde são recolhidos pelo submarino, e assim feitos prisioneiros, mas com a liberdade de poderem andar à vontade neste navio que navega abaixo do nível do mar.</p><p>Durante vários meses, o Náutilus percorreu dezenas de milhares de quilómetros sob as águas, passando por variadíssimos lugares e peripécias. O título do livro se refere a essa distância, usando a unidade arcaica légua. [1]<br /> <strong><br /> Sugestões</strong></p><p>É aconselhável, para que a leitura deste livro seja mais interessante e profunda, que o leitor</p><ul><li>Tenha uma visão global do planisfério terrestre, e que possua alguns conceitos básicos de geografia, principalmente na compreensão de coordenadas. Alguns conceitos úteis: Trópico de Câncer, Trópico de Capricórnio, Equador, Meridiano de Greenwich, longitude, latitude.</li><li>Estar a par de algumas palavras relacionadas a terminologia náutica.</li><li> Outra sugestão, que também torna a leitura deste livro muito interessante, é acompanhar a viagem com um mapa ou um atlas do mundo, quanto mais completo e pormenorizado melhor.</li></ul><p><strong>Curiosidades</strong></p><ul><li>A famosa história teve uma adaptação gravada em pequenos discos de vinil na década de 1970.</li><li> Alguns dizem que o livro inspirou o oceanógrafo Jacques-Yves Cousteau a explorar os oceanos.</li><li> Tornou-se um filme clássico dos estúdios Disney, 20000 Leagues Under the Sea, realizado em 1954.</li></ul><p><strong>Adaptações para o cinema</strong></p><ul><li>20000 lieues sous les mers (1907), produzido pelo diretor francês Georges Méliès.</li><li> 20,000 Leagues Under the Sea (1916), produzido pelo diretor britânico Stuart Paton.</li><li> 20000 Leagues Under the Sea (1954), produzido pelos estúdios Walt Disney.</li><li> 20,000 Leagues Under the Sea (1972), produzido por Rankin-Bass.</li></ul><p><strong>Referências</strong></p><p>1. ? A equivalência 1 légua = 4 km é dada explicitamente em uma parte do livro (lieues de quatre kilomètres) e confirmada por várias distâncias que são dadas em ambas as léguas e milhas (milles). Estas milhas são milhas náuticas, que por sua vez é confirmada por uma passagem dando o total de área da superfície da Terra como sendo de 37,657,000 &#8220;milhas&#8221; quadradas ou 129,160,000 km².</p><p>Veja também: <a href="http://www.livrosparatodos.net/biografias/julio-verne.html" target="_blank">Biografia de Júlio Verne (site: livrosparatodos)</a></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/vinte-mil-leguas-submarinas-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="7 de novembro de 2009">Vinte Mil Léguas Submarinas &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/romeu-e-julieta-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/assassinato-no-expresso-do-oriente-agatha-christie/" rel="bookmark" title="18 de outubro de 2009">Assassinato no Expresso do Oriente &#8211; Agatha Christie</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-irmaos-karamazov-dostoievski/" rel="bookmark" title="21 de outubro de 2009">Os Irmãos Karamazov &#8211; Dostoiévski</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; Júlio Verne</a></li></ul><!-- Similar Posts took 10.010 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/vinte-mil-leguas-submarinas-julio-verne/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Vinte Mil Léguas Submarinas &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/vinte-mil-leguas-submarinas-e-book-julio-verne/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/vinte-mil-leguas-submarinas-e-book-julio-verne/#comments</comments> <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:00:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Júlio Verne]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=913</guid> <description><![CDATA[Nessa odisséia, obra de referência para o explorador francês Jacques Cousteau, somos conduzidos aos quatro cantos do planeta, percorrendo lugares exóticos que encantaram os leitores europeus em 1870.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fvinte-mil-leguas-submarinas-e-book-julio-verne%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,J%C3%BAlio+Verne,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-914" title="vinte mil leguas submarinas" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/vinte-mil-leguas-submarinas-216x300.jpg" alt="vinte mil leguas submarinas" width="216" height="300" />O mistério que sempre envolveu o mar e o desafio que as profundezas marítimas exerceram em todas as épocas sobre os homens, desejosos de as conquistar, são temas eternos que alimentam a imaginação mítica de todas as gerações. Em &#8220;Vinte Mil Léguas Submarinas&#8221;, é assinalado um &#8220;monstro marinho&#8221; das profundezas do Oceano; marinheiros, pescadores, cientistas, o mundo em geral, é alertado para o perigo de um misterioso habitante do mar. Organiza-se uma expedição a bordo de uma fragata americana para indagar da natureza do &#8220;monstro&#8221;. A expectativa, o medo, o mistério envolvem essa expedição.<br /> O &#8220;monstro&#8221; esse ser apavorante, é o &#8220;Nautilus&#8221;, primeiro submarino concebido e comandado pelo homem. O comandante é um enigmático capitão Nemo.<br /> Palco de uma luta terrível, o Oceano desencadeia as forças do mal nas suas águas tenebrosas.<br /> Uma leitura apaixonante de um dos maiores mestres de antecipação científica.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="vinte mil leguas submarinas" href="http://www.livrosparatodos.net/dwnlds/%5Blivrosparatodos.net%5D.Julio.Verne.Vinte.Mil.Leguas.Submarinas(pdf).rar" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/vinte-mil-leguas-submarinas-julio-verne/" rel="bookmark" title="7 de novembro de 2009">Vinte Mil Léguas Submarinas &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/historias-e-book-herodoto/" rel="bookmark" title="6 de outubro de 2009">Histórias &#8211; e-book &#8211; Heródoto</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/viagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="6 de novembro de 2009">Viagem ao centro da Terra &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/tolstoi/guerra-e-paz-volume-1-tolstoi/" rel="bookmark" title="21 de setembro de 2009">Guerra e Paz &#8211; Volume 1 &#8211; Tolstói</a></li></ul><!-- Similar Posts took 6.249 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/vinte-mil-leguas-submarinas-e-book-julio-verne/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Viagem ao centro da Terra &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/viagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/viagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne/#comments</comments> <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:00:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Júlio Verne]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=906</guid> <description><![CDATA[Um clássico da ficção científica, obra que exerce permanente fascínio sobre a imaginaçao de jovens e adultos.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fviagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,J%C3%BAlio+Verne,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-full wp-image-907" title="viagem" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/viagem.jpg" alt="viagem" width="195" height="300" /></p><p>Muito antes que a humanidade fabricasse brocas capazes de perfurar 300 quilômetros de crosta terrestre por dia, Julio Verne sugeriu a idéia de chegar ao centro da Terra em um romance. Viagem ao centro da Terra foi publicado em 1864 e narra as aventuras de um professor, seu sobrinho e um guia que, seguindo um relato do século XII, entram por um vulcão para chegar ao centro da Terra. No livro, os exploradores encontram um mar interno, criaturas mesozóicas e outras raridades.<br /> O livro foi adaptado para o cinema em 1959 e a fantástica hipótese de um mundo subterrâneo foi retomada tanto na ficção literária como no cinema e na TV inúmeras vezes.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="Viagem ao centro da terra" href="http://w14.easy-share.com/1700952533.html" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/fausto-e-book-goethe/" rel="bookmark" title="25 de outubro de 2009">Fausto &#8211; e-book &#8211; Goethe</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-tempestade-e-book-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de novembro de 2009">A Tempestade &#8211; e-book &#8211; Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/frankenstein-e-book-mary-shelley/" rel="bookmark" title="25 de setembro de 2009">Frankenstein &#8211; e-book &#8211; Mary Shelley</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/sonetos-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="1 de outubro de 2009">Sonetos &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li></ul><!-- Similar Posts took 7.796 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/viagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Viagem ao centro da Terra &#8211; Júlio Verne</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/viagem-ao-centro-da-terra-julio-verne/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/viagem-ao-centro-da-terra-julio-verne/#comments</comments> <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:00:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Júlio Verne]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=902</guid> <description><![CDATA[É um clássico da ficção científica, uma viagem ao mundo subterrâneo repleto de criaturas mesozóicas e outras raridades.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fviagem-ao-centro-da-terra-julio-verne%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,J%C3%BAlio+Verne,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><em><img class="alignleft size-medium wp-image-903" title="viagem ao centro da terra" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/11/viagem-ao-centro-da-terra-300x202.jpg" alt="viagem ao centro da terra" width="300" height="202" />Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p><p>Viagem ao centro da Terra (1864) é um clássico da ficção científica de autoria de Júlio Verne, também autor de A volta ao mundo em oitenta dias e Vinte mil léguas submarinas.<br /> <strong><br /> Enredo</strong></p><p>Viagem ao centro da Terra é narrada por Axel, um jovem alemão, sobrinho de um ilustre geólogo da altura, o Dr. Otto Lidenbrock, que juntos realizaram uma grandiosa viagem às profundezas subterrâneas do planeta Terra.</p><p>No ano de 1863, pleno século XIX, o Dr. Lidenbrock, professor, geólogo alemão, depois de ter encontrado um manuscrito, escrito em código, de um antigo alquimista islandês do século XVI, e de o ter decifrado, descobriu que este foi ao centro da Terra.</p><p>Querendo também realizar tal feito “impossível”, ele e o seu sobrinho Axel, partiram para a Islândia com o intuito de penetrar no interior da crosta terrestre e chegar ao centro da Terra, como vinha referido no misterioso manuscrito, a entrada para o interior da Terra era feita a partir de uma cratera de um vulcão na região ocidental da ilha da Islândia, o Sneffels. Depois de chegada à Islândia, o Dr. Lidenbrock contratou um caçador islandês, Hans, para servir de guia até ao vulcão e de ajudante na sua longa jornada no interior da Terra. Já abaixo da superfície terrestre, estes três homens desceram corredores e galerias, passando por vários obstáculos e peripécias, como por exemplo falta de água, andaram perdidos, Axel perdeu-se do grupo, entre outras&#8230; Até que chegaram a uma galeria de dimensões colossais que continha no seu interior um oceano, ilhas, nuvens, e até mesmo luz, gerada por um fenômeno eléctrico desconhecido. Para além destas características ainda possuía outra, mais chocante, existia vida naquele mundo paralelo ao mundo superficial, vida que na superfície era considerada já extinta há muitos milhares de anos, que ia desde dinossauros ao homem das cavernas. Tudo isto a milhares de metros de profundidade, os três exploradores tiveram de construir uma jangada para viajar naquele oceano que parecia não ter fim. Resistiram a uma tempestade de vários dias que os levou à margem oposta do oceano, onde encontraram a passagem para o centro da Terra, mas estava bloqueada por um desabamento de terras recente. Hans colocou pólvora em torno da passagem e explodiu com o obstáculo, mas essa explosão foi de tal ordem que fez com que a jangada onde os três estavam fosse puxada para uma chaminé de um vulcão, em consequência de uma erupção foram expelidos para a superfície terrestre. Quando estabeleceram contacto com os habitantes locais, descobriram que tinham saído no vulcão Stromboli, localizado a norte da Sicília. Ou seja, percorreram mais de cinco mil quilômetros nesse mundo paralelo.</p><p>Na década de 1950 foi realizado um filme, com James Mason como protagonista.</p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/viagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="6 de novembro de 2009">Viagem ao centro da Terra &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/romeu-e-julieta-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/assassinato-no-expresso-do-oriente-agatha-christie/" rel="bookmark" title="18 de outubro de 2009">Assassinato no Expresso do Oriente &#8211; Agatha Christie</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-irmaos-karamazov-dostoievski/" rel="bookmark" title="21 de outubro de 2009">Os Irmãos Karamazov &#8211; Dostoiévski</a></li></ul><!-- Similar Posts took 5.086 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/viagem-ao-centro-da-terra-julio-verne/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A Comédia dos Erros &#8211; Shakespeare</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-comedia-dos-erros-shakespeare/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-comedia-dos-erros-shakespeare/#comments</comments> <pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:00:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[William Shakespeare]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=862</guid> <description><![CDATA[Considerada pelos pesquisadores como a primeira peça de Shakespeare, com sua estréia nos palcos tendo ocorrido provavelmente em 1594.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fa-comedia-dos-erros-shakespeare%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,Literatura,William+Shakespeare&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><em> </em></p><div id="attachment_864" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><em><em><img class="size-medium wp-image-864" title="comedia" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/comedia-224x300.jpg" alt="Fac-símile da primeira página de The Comedy of Errors do First Folio, publicado em 1623." width="224" height="300" /></em></em><p class="wp-caption-text">Fac-símile da primeira página de The Comedy of Errors do First Folio, publicado em 1623.</p></div><p><em> </em></p><p><em>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p><p>A Comédia dos Erros é uma peça teatral de gênero cômico escrita por William Shakespeare. O seu título original em inglês é &#8220;The Comedy of Errors&#8221;. Como muitas obras de Shakespeare que têm origens em textos clássicos, esta não foge à regra e é construída a partir de Os Menecmos ou Os Gêmeos, do comediógrafo romano Plauto.</p><p><strong></strong><strong>Sinopse</strong></p><p>Egeu, um comerciante de Siracusa, é condenado à morte em Éfeso por violar a proibição de andar a fronteira entre as duas cidades medievais. Enquanto é conduzido para sua execução, diz ao duque de Éfeso, Solino, que veio a Siracusa em busca de sua esposa e de seus filhos e servos gêmeos de quem fora separado há 25 anos por ocasião de um naufrágio. Dois dos gêmeos (um filho e um servo), que cresceram com Egeu, estão viajando o mundo em busca da metade faltante de sua família. O duque, movido pela narrativa de Egeu, concede a ele um dia para levantar o resgate de mil marcos que seria necessário para conservar sua vida.</p><p>Entretanto, sem que saiba Egeu, seu filho Antífolo de Siracusa e Drômio (escravo de Antífolo) também se encontram na cidade &#8211; onde moram o Antífolo e o Drômio de Éfeso (os gêmeos desaparecidos que ficaram, supostamente, com a mãe também desaparecida).</p><p>Dá-se a partir daí uma sucessão de mal-entendidos. Adriana, esposa de Antífolo de Éfeso, confunde-o com o irmão de Siracusa e o arrasta em repouso após o jantar, deixando o Drômio de Siracusa como protetor da porta de entrada da casa. Logo depois disso, o Antífolo de Éfeso (com seu Drômio, escravo de Éfeso) retorna para casa e é-lhe recusada a entrada na sua própria casa. Entretanto, Antífolo de Siracusa se apaixonou por Luciana, a irmã de Adriana, que fica profundamente confusa e até assustada com o comportamento do homem que pensa ser seu cunhado.</p><p>A confusão aumenta quando uma corrente de ouro requisitada pelo Antífolo de Éfeso é dada ao de Siracusa. O Antífolo de Éfeso recusa pagar pela corrente (já que nunca a recebera) e por isso é preso. A esposa, vendo seu comportamento estranho, passa a crer que ele está louco e convoca um exorcista (professor Pinch) que o leva para sua casa. Entretanto, o Antífolo de Siracusa e seu escravo decidem fugir o mais cedo possível da cidade, que acreditam ser enfeitiçada, mas, ao ser ameaçado por Adriana e um guarda, procura o refúgio em uma abadia próxima.</p><p>Adriana implora para que o duque Solino interfira e remova seu suposto marido da abadia em sua custódia. Seu marido real, entretanto, escapou e vem agora ao encontro do duque. O nó começa a se desfazer e a situação é resolvida finalmente pela abadessa, Emília, que traz para fora da abadia os dois gêmeos e revela ser a esposa desaparecida de Egeu. Dá-se a clássica cena do reconhecimento tão comum nas tragédias e aqui satirizado pelo bardo.</p><p>O Antífolo de Éfeso reconcilia-se com Adriana; Egeu é perdoado pelo duque e reúne-se com sua esposa; o Antífolo de Siracusa recomeça a perseguição romântica a Luciana, os Drômios ficam felizes por terem irmãos e todos acabam felizes.</p><p>Muitos estudiosos afirmam que a Comédia dos Erros tenha sido a primeira peça de Shakespeare, no entanto ainda há dúvida sobre isso, pelo fato de haver vários trabalhos do autor.</p><p><strong>Personagens</strong></p><ul><li>Solino, Duque de Éfeso.</li><li> Egeu, mercador de Siracusa.</li><li> Antífolo de Éfeso, filho de Egeu e de Emília.</li><li> Antífolo de Siracusa, filho de Egeu e de Emília.</li><li> Drômio de Éfeso, criado dos dois Antífolos.</li><li> Drômio de Siracusa, criado dos dois Antífolos</li><li> Baltasar, mercador.</li><li> Ângelo, ourives.</li><li> Um mercador, amigo de Antífolo de Siracusa.</li><li> Um segundo mercador, de quem Ângelo é devedor.</li><li> Pinch, mestre-escola e exorcista.</li><li> Emília, esposa de Egeu, abadessa em Éfeso.</li><li> Adriana, esposa de Antífolo de Éfeso.</li><li> Luciana, sua irmã.</li><li> Lúcia, criada de Adriana.</li><li> Uma cortesã.</li><li> O carcereiro, oficiais de justiça e gente do séqüito.</li></ul> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/romeu-e-julieta-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/assassinato-no-expresso-do-oriente-agatha-christie/" rel="bookmark" title="18 de outubro de 2009">Assassinato no Expresso do Oriente &#8211; Agatha Christie</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-irmaos-karamazov-dostoievski/" rel="bookmark" title="21 de outubro de 2009">Os Irmãos Karamazov &#8211; Dostoiévski</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/fausto-goethe/" rel="bookmark" title="25 de outubro de 2009">Fausto &#8211; Goethe</a></li></ul><!-- Similar Posts took 4.949 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-comedia-dos-erros-shakespeare/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>A Comédia dos Erros &#8211; e-book &#8211; Shakespeare</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-comedia-dos-erros-e-book-shakespeare/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-comedia-dos-erros-e-book-shakespeare/#comments</comments> <pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:00:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[William Shakespeare]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=866</guid> <description><![CDATA[É uma peça teatral do género cómico inspirada, tal como diversas outras obras suas, em textos clássicos (neste caso no comediógrafo romano Plauto).]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fa-comedia-dos-erros-e-book-shakespeare%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Literatura,William+Shakespeare&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-867" title="A_COMEDIA_DOS_ERROS_" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/A_COMEDIA_DOS_ERROS_-177x300.jpg" alt="A_COMEDIA_DOS_ERROS_" width="177" height="300" />A comédia dos erros é considerada pelos pesquisadores como a primeira peça de Shakespeare, com sua estréia nos palcos tendo ocorrido provavelmente em 1594. Os erros a que se refere o título são enganos provocados pelas pessoas que conversam alternadamente com um gêmeo e o outro, sendo um residente de Éfeso, onde se passa a ação, e o outro, estrangeiro. Os gêmeos são idênticos e têm ambos o mesmo nome: Antífolo. As confusões multiplicam-se, assim como a comicidade da trama, porque há mais um par de gêmeos idênticos em cena, os irmãos que atende pelo nome de Drômio. Entretanto, A comédia dos erros não deve ser confundida com uma comédia leve. Muito ao gosto de Shakespeare, ainda que em sua estréia como dramaturgo, os diálogos introduzem considerações sobre a condição feminina e sobre a condição servil; há credores e devedores e a honra de cada um; discute-se o lugar do ciúme no casamento; existe uma autoridade política que procura administrar justiça com compaixão; mais importante ainda, há a moderna busca pela identidade própria.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="Comedia dos erros" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=2353&amp;co_midia=2" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/sonetos-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="1 de outubro de 2009">Sonetos &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/otelo-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de outubro de 2009">Otelo &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/hamlet-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de outubro de 2009">Hamlet &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/rei-lear-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de outubro de 2009">Rei Lear &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/romeu-e-julieta-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li></ul><!-- Similar Posts took 9.751 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-comedia-dos-erros-e-book-shakespeare/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>A Tempestade &#8211; e-book &#8211; Shakespeare</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-tempestade-e-book-shakespeare/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-tempestade-e-book-shakespeare/#comments</comments> <pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:00:15 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[William Shakespeare]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=874</guid> <description><![CDATA[A tempestade promove a fusão entre o mundo real e um mundo imaginário povoado de fadas e elfos. ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fa-tempestade-e-book-shakespeare%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Literatura,William+Shakespeare&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-875" title="a tempestade" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/a-tempestade-216x300.jpg" alt="a tempestade" width="216" height="300" />Considerada a última peça de William Shakespeare, A Tempestade é, simultaneamente, uma história de vingança e amor, de dor e de reconciliação e, ainda, uma história de contrastes que de um lado a figura humana disforme, selvagem e carregada de instintos animalescos, e no outro a figura etérea, incorpórea e espiritual de altas aspirações humanas como o desejo de liberdade, a lealdade e a humildade. Por traição o Duque de Milão, Próspero, um mago de grandes poderes, e sua filha Miranda são levados, à força, para uma ilha. Próspero Tem ao seu serviço dois escravos bem diferentes: Calibun que tem uma figura disforme é já um homem adulto e Ariel é um espírito servil e assexuado cujos poderes lhe permitem transformar-se em ar, água ou fogo. Unindo os seus poderes aos de Ariel, Próspero provoca um naufrágio de forma a obrigar os seus inimigos a irem parar à ilha onde ele se encontra para poder se vingar, e ainda um príncipe que tem a esperança de que este se torne noivo da sua filha.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="a tempestade" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=2342&amp;co_midia=2" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/rei-lear-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de outubro de 2009">Rei Lear &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/sonetos-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="1 de outubro de 2009">Sonetos &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/otelo-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de outubro de 2009">Otelo &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/hamlet-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de outubro de 2009">Hamlet &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/romeu-e-julieta-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li></ul><!-- Similar Posts took 6.316 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-tempestade-e-book-shakespeare/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>A Tempestade &#8211; Shakespeare</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-tempestade-shakespeare/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-tempestade-shakespeare/#comments</comments> <pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:00:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[William Shakespeare]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=870</guid> <description><![CDATA[Tradicionalmente considerada a última peça de Shakespeare e uma de suas obras mais criativas.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fa-tempestade-shakespeare%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,Literatura,William+Shakespeare&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><em><img class="alignleft size-medium wp-image-871" title="tempestade" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/tempestade-300x236.jpg" alt="tempestade" width="300" height="236" />Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p><p>A Tempestade (The Tempest, no original) é tradicionalmente considerada a última peça de William Shakespeare. Sua primeira encenação foi em 1 de Novembro de 1611 no Palácio Whitehall em Londres.</p><p>A tempestade é uma história de vingança, é uma história de amor, é uma história de conspirações oportunistas, e é uma história que contrapõe a figura disforme, selvagem, pesada dos instintos animais que habitam o homem à figura etérea, incorpórea, espiritualizada de altas aspirações humanas, como o desejo de liberdade e a lealdade grata e servil. Uma Ilha é habitada por Próspero, Duque de Milão, mago de amplos poderes, e sua filha Miranda, que para lá foram levados à força, num ato de traição política. Próspero tem a seu serviço Caliban, um escravo em terra, homem adulto e disforme, e Ariel, o espírito servil e assexuado que pode se metamorfosear em ar, água ou fogo. Os poderes eruditos e mágicos de Próspero e Ariel combinam-se e, depois de criar um naufrágio, Próspero coloca na Ilha seus desafetos (no intuito de levá-los à insanidade mental) e um príncipe, noivo em potencial para a filha. Se o amor acontece entre os dois jovens, se a vingança de Próspero é bem-sucedida, se Caliban modifica-se quando conhece os poderes inebriantes do vinho numa cena cômica com outros dois bêbados, tudo isso Shakespeare nos revela no enredo desta que por muitos é considerada sua obra-prima – uma história de dor e reconciliação.</p><p>&#8220;We are such stuff as dreams are made on.&#8221; (&#8220;Somos da mesma substância que os sonhos.&#8221;)</p><p><strong>Personagens</strong></p><ul><li>Alonso, rei de Nápoles</li><li>Sebastião, seu irmão</li><li>Próspero, o legítimo Duque de Milão</li><li>Antônio, seu irmão, o usurpador que se fez Duque de Milão</li><li>Ferdinando, filho do Rei de Nápoles</li><li>Gonçalo, um conselheiro antigo e honesto</li><li>Adriano, um lorde</li><li>Francisco, um lorde</li><li>Caliban, um escravo selvagem e deformado</li><li>Trínculo, um bufão</li><li>Estéfano, um despenseiro bêbado</li><li>O Capitão de um navio</li><li>The Tempest</li><li>Contramestre</li><li>Marinheiro</li><li>Miranda, filha de Próspero</li><li>Ariel, um espírito etéreo</li><li>Íris, um espírito</li><li>Ceres, um espírito</li><li>Juno, um espírito</li><li>Ninfas, que também são espíritos</li><li>Ceifeiros, que também são espíritos</li></ul><p>Veja também: <a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=839" target="_blank">O último Shakespeare</a></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/romeu-e-julieta-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-tempestade-e-book-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de novembro de 2009">A Tempestade &#8211; e-book &#8211; Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/assassinato-no-expresso-do-oriente-agatha-christie/" rel="bookmark" title="18 de outubro de 2009">Assassinato no Expresso do Oriente &#8211; Agatha Christie</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-irmaos-karamazov-dostoievski/" rel="bookmark" title="21 de outubro de 2009">Os Irmãos Karamazov &#8211; Dostoiévski</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; Júlio Verne</a></li></ul><!-- Similar Posts took 4.988 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-tempestade-shakespeare/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>A Princesa de Babilônia &#8211; e-book &#8211; Voltaire</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-princesa-de-babilonia-e-book-voltaire/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-princesa-de-babilonia-e-book-voltaire/#comments</comments> <pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:00:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras Filosóficas]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Voltaire]]></category> <category><![CDATA[Voltaire (François-Marie Arouet)]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Filosofia]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=857</guid> <description><![CDATA[É uma novela de leitura agradável, além de extremamente instrutiva.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fa-princesa-de-babilonia-e-book-voltaire%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Filosofia,Literatura,Voltaire&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-859" title="princesa babilonia livro" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/princesa-babilonia-livro-196x300.jpg" alt="princesa babilonia livro" width="196" height="300" />“A princesa de Babilônia” é uma novela de leitura agradável, além de extremamente instrutiva.<br /> Voltaire apresenta, concomitantemente: amor ingênuo e puro, amor carnal, fidelidade e traição, amizade, ódio, vingança, inveja, prazer e dor, guerras, mortes, ressurreição, afeição e respeito pelos animais.<br /> O jovem herói Amazam se apaixona por Formosante, a princesa da Babilônia. Julgando-se traído resolve correr o mundo e Formosante sai em busca dele para desfazer o equívoco e comprovar sua fidelidade.<br /> É o recurso que Voltaire emprega para descrever os costumes e instituições de inúmeras nações e culturas da antigüidade e, como sempre, criticá-las com ironia e acidez. O autor, nesta obra, é um pouco parcimonioso em suas irreverências, mas não deixa de ser cáustico algumas vezes.<br /> Sobre as batalhas, tão freqüentes na antigüidade como hoje, Voltaire é incisivo: Os homens que comem carne e tomam beberagens fortes têm todos um sangue azedo e adusto, que os torna loucos de mil maneiras diferentes.<br /> Sua principal demência se manifesta na fúria de derramar o sangue de seus irmãos e devastar terras férteis, para reinarem sobre cemitérios.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><strong><a title="A princesa de babilonia" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=2232&amp;co_midia=2" target="_blank">Faça o download do e-book</a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-voltaire/" rel="bookmark" title="19 de outubro de 2009">Algumas obras de Voltaire</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/candido-ou-o-otimismo-e-book-voltaire/" rel="bookmark" title="20 de outubro de 2009">Cândido, ou O Otimismo &#8211; e-book &#8211; Voltaire</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-voltaire/" rel="bookmark" title="19 de outubro de 2009">Biografia de Voltaire</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/zadig-ou-o-destino-e-book-voltaire/" rel="bookmark" title="19 de outubro de 2009">Zadig, ou O Destino &#8211; e-book &#8211; Voltaire</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/o-principe-e-book-nicolau-maquiavel/" rel="bookmark" title="8 de outubro de 2009">O Príncipe &#8211; e-book &#8211; Nicolau Maquiavel</a></li></ul><!-- Similar Posts took 11.571 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-princesa-de-babilonia-e-book-voltaire/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Dom Quixote de La Mancha &#8211; e-book &#8211; Miguel de Cervantes</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/dom-quixote-de-la-mancha-e-book-miguel-de-cervantes/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/dom-quixote-de-la-mancha-e-book-miguel-de-cervantes/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:00:39 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Miguel de Cervantes]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=852</guid> <description><![CDATA[Monumento literário que Cervantes começou a erguer com pena e tinta, "no silêncio do esquecimento", encarcerado em Sevilha, em 1602, por mesquinharias.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fdom-quixote-de-la-mancha-e-book-miguel-de-cervantes%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Literatura,Miguel+de+Cervantes&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-853" title="quixoteaquilino" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/quixoteaquilino-202x300.jpg" alt="quixoteaquilino" width="202" height="300" /></p><p>A história mostra um ingênuo senhor rural cujo passatempo favorito era a leitura de livros de cavalaria. Na sua obsessão, acreditava literalmente nas aventuras escritas e decide tornar-se um cavaleiro andante. Suas viagens sucedem-se sob a alucinação de que estava vivendo na era da cavalaria; pessoas que encontrava nas estradas pareciam-lhe como cavaleiros em armas, damas em apuros, gigantes e monstros; até moinhos de vento na sua imaginação eram seres vivos. Combatendo as injustiças, o personagem enfrenta situações penosas e ridículas, mantendo, porém, uma figura nobre e patética. Ao final, Dom Quixote volta à razão, renuncia aos romances de cavalaria e morre como piedoso cristão.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><a title="Dom quixote vol.1" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=17707&amp;co_midia=2" target="_blank"><strong>Faça o download do e-book (volume 1)<br /> </strong></a></p><p><strong><a title="dom quixote vol.2" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=17708&amp;co_midia=2" target="_blank"><strong>Faça o download do e-book (volume 2)<br /> </strong></a></strong></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-miguel-de-cervantes/" rel="bookmark" title="30 de outubro de 2009">Biografia de Miguel de Cervantes</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-jonathan-swift/" rel="bookmark" title="1 de outubro de 2009">Algumas obras de Jonathan Swift</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/historias-e-book-herodoto/" rel="bookmark" title="6 de outubro de 2009">Histórias &#8211; e-book &#8211; Heródoto</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-voltaire/" rel="bookmark" title="19 de outubro de 2009">Algumas obras de Voltaire</a></li></ul><!-- Similar Posts took 7.905 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/dom-quixote-de-la-mancha-e-book-miguel-de-cervantes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Dom Quixote de La Mancha &#8211; Miguel de Cervantes</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/dom-quixote-de-la-mancha-miguel-de-cervantes/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/dom-quixote-de-la-mancha-miguel-de-cervantes/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:00:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Miguel de Cervantes]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=848</guid> <description><![CDATA[Obra magna da literatura, considerada a última novela de cavalaria e por muitos o primeiro romance moderno. ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fdom-quixote-de-la-mancha-miguel-de-cervantes%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,Literatura,Miguel+de+Cervantes&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><em><img class="alignleft size-medium wp-image-850" title="donquixote" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/donquixote-300x298.jpg" alt="donquixote" width="300" height="298" />Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p><p>Dom Quixote de La Mancha (Don Quijote de la Mancha em castelhano é um livro escrito pelo escritor espanhol Miguel de Cervantes y Saavedra (1547-1616). O título e ortografia originais eram El ingenioso hidalgo Don Qvixote de La Mancha, com sua primeira edição publicada em Madrid no ano de 1605. É composto por 126 capítulos, divididos em duas partes: a primeira surgida em 1605 e a outra em 1615.</p><p>O livro surgiu em um período de grande inovação e diversidade por parte dos escritores ficcionistas espanhóis. Parodiou os romances de cavalaria que gozaram de imensa popularidade no período e, na altura, já se encontravam em declínio. Nesta obra, a paródia apresenta uma forma invulgar. O protagonista, já de certa idade, entrega-se à leitura desses romances, perde o juízo, acredita que tenham sido historicamente verdadeiros e decide tornar-se um cavaleiro andante. Por isso, parte pelo mundo e vive o seu próprio romance de cavalaria. Enquanto narra os feitos do Cavaleiro da Triste Figura, Cervantes satiriza os preceitos que regiam as histórias fantasiosas daqueles heróis de fancaria. A história é apresentada sob a forma de novela realista.</p><p>É considerada a grande criação de Cervantes. O livro é um dos primeiros das línguas européias modernas e é considerado por muitos o expoente máximo da literatura espanhola. Em princípios de maio de 2002, o livro foi escolhido como a melhor obra de ficção de todos os tempos. A votação foi organizada pelo Clubes do Livro Noruegueses e participaram escritores de reconhecimento internacional.[1]</p><p><strong>Enredo</strong></p><p>O protagonista da obra é Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão pela leitura assídua dos romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis prediletos. O romance narra as suas aventuras em companhia Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem um perfil mais realista. A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha. Nessas incursões, ele se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. O efeito é altamente humorístico.</p><p>O verdadeiro nome do pobre fidalgo é Alonso Quijano (Quixano), chamado pelos vizinhos de o Bom. Já de certa idade, entrega-se à leitura desses romances e sua loucura começa quando toma por realidades históricas indiscutíveis as façanhas dos personagens dos livros, as quais comenta com os amigos, o cura e o barbeiro do lugar. Quijano investe-se dos ideais cavalheirescos de amor, de paz e de justiça, e prepara-se para sair pelo mundo, em luta por tais valores e por viver o seu próprio romance de cavalaria. Escolhe um título para si mesmo, o de Don Quijote de la Mancha, apelida um cavalo velho e descarnado com o nome de Rocinante e elege como dama ideal de seus sentimentos uma simples camponesa a quem dá o nome de Dulcinea del Toboso, suposta dama de alta nobreza.</p><p><strong>Análise</strong></p><p>O livro é estruturado em duas partes, a primeira maneirista, enquanto a segunda é mais barroca. Enquanto a primeira parte da obra deixa a impressão de liberdade máxima, a segunda parte produz a sensação constante de nos encontrarmos encerrados em limites estreitos. Essa sensação é sentida mais intensamente quando confrontada com a primeira parte. Se anteriormente, a ironia era, sobretudo, uma expressão amarga da impossibilidade de dar realidade a um ideal, com a segunda parte nasce muito mais da confrontação das formas da imaginação com as da realidade. Cervantes dá a sua própria definição da obra: &#8220;orden desordenada (&#8230;) de manera que el arte, imitando à la Naturaleza, parece que allí la vence&#8221;. O processo adotado por Cervantes &#8211; a paródia &#8211; permite dar relevo aos contrastes, através da deformação grotesca, pela deslocação do patético para o burlesco, fazendo com que o burlesco apague momentaneamente a emoção, estabelecendo um entrelaçado espontâneo de picaresco, de burlesco e de emoção. O conflito surge do confronto entre o passado e o presente, o ideal e o real e o ideal e o social.</p><p>Dom Quixote e Sancho Pança representam valores distintos, embora sejam participantes do mesmo mundo. É importante compreender a visão irônica que o romancista tem do mundo moderno, o fundo de alegria que está por detrás da visão melancólica e a busca do absoluto. São mundos completamente diferentes. Sancho Pança o fiel escudeiro de Dom Quixote é definido por Cervantes como &#8220;Homem de bem, mas de pouco sal na moleirinha&#8221;. É o representante do bom senso e é para o mundo real aquilo que Dom Quixote é para o mundo ideal. Por fim, a história também é apresentada sob a forma de novela realista: ao regressar a seu povoado, Dom Quixote percebe que não é um herói, mas que não há heróis.</p><p><strong>Interpretações e influências</strong></p><p>As figuras de D. Quixote, de Sancho Pança e do cavalo de Dom Quixote, Rocinante, rapidamente conquistaram a imaginação popular. No entanto, os críticos contemporâneos da obra não a levaram tão a sério como as gerações posteriores. No século XVII, por exemplo, considerou-se que o romance continha em si pouco mais que o tom de bom humor e de diversão, com Dom Quixote e Sancho Pança a encarnarem respectivamente o grotesco e o pícaro. O século XVIII foi pródigo em elogios a D. Quixote, não só em Espanha e em Portugal, como também por parte de grandes românticos do centro da Europa.</p><p>Na história do romance moderno, o papel de Dom Quixote é reconhecido como seminal. A evidência disso pode ser vista em Daniel Defoe, em Henry Fielding, em Tobias Smollett e Laurence Sterne e, também, em personagens criadas por alguns romancistas clássicos do século XIX, como é o caso de Walter Scott, de Charles Dickens, de Gustave Flaubert, de Benito Pérez Galdós, de Herman Melville e de Fiódor Dostoiévski. O mesmo acontece no caso de alguns autores pós-realistas do século XX, como James Joyce e Jorge Luis Borges. Dom Quixote provou ser uma notável fonte de inspiração para os criadores em outros campos artísticos. Desde o século XVII que se têm realizado peças de teatro, óperas, composições musicais e bailados baseados no Dom Quixote. No século XX, o cinema, a televisão e os cartoons inspiraram-se igualmente nesta obra. Dom Quixote inspirou ainda artistas como William Hogarth, Francisco Goya, Honoré Daumier e Pablo Picasso.</p><p><strong>Referências</strong></p><p>1. ? Reuters,&#8221;Dom Quixote é eleito o melhor livro de todos os tempos.&#8221; Folha Online, Oslo, 07 de maio de 2002.</p><p>Veja também: <a href="http://cepp-teresina.blogspot.com/2009/05/psicanalise-e-literatura-dom-quixote-de.html" target="_blank">PSICANÁLISE E LITERATURA: Dom Quixote de La Mancha, o Cavaleiro da Triste Figura.</a></p><p><a href="http://www.abralic.org.br/cong2008/AnaisOnline/simposios/pdf/022/KATYA_MOTTA.pdf" target="_blank">Transposições semióticas de Dom Quixote de La Mancha de Miguel de Cervantes por Candido Portinari e Carlos Drummond de Andrade</a></p><p><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=17&amp;ved=0CBgQFjAGOAo&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cce.ufsc.br%2F~lle%2Fcongresso%2Ftrabalhos_literatura_espanhola%2FVeronica%2520Rangel%2520Barreto.doc&amp;rct=j&amp;q=analise+dom+quixote+de+la+mancha&amp;ei=55HpSo_qGsXd8QbO1f2NDw&amp;usg=AFQjCNGe3YIbPqkUYk7vCnG_StEd40F6_w" target="_blank">ANDANÇAS IDÉIAS (IN)SANAS  A loucura e o amor em Dom Quixote de la Mancha</a></p><p><a href="http://www.abralic.org.br/cong2008/AnaisOnline/simposios/pdf/003/ANA_CRUZ.pdf" target="_blank">A retórica nos discursos de Dom Quixote e Policarpo Quaresma</a></p><p><a href="http://www.abralic.org.br/cong2008/AnaisOnline/simposios/003.htm" target="_blank">artigos sobre Dom Quixote de la Mancha (site: abralic)</a></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-miguel-de-cervantes/" rel="bookmark" title="30 de outubro de 2009">Biografia de Miguel de Cervantes</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/dom-quixote-de-la-mancha-e-book-miguel-de-cervantes/" rel="bookmark" title="30 de outubro de 2009">Dom Quixote de La Mancha &#8211; e-book &#8211; Miguel de Cervantes</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">Biografia de Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-dostoievski/" rel="bookmark" title="21 de outubro de 2009">Biografia de Dostoiévski</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-goethe/" rel="bookmark" title="25 de outubro de 2009">Biografia de Goethe</a></li></ul><!-- Similar Posts took 8.754 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/dom-quixote-de-la-mancha-miguel-de-cervantes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Especial Homero</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/especial-homero/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/especial-homero/#comments</comments> <pubDate>Wed, 28 Oct 2009 05:42:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Cultura de Qualidade</dc:creator> <category><![CDATA[Canoro]]></category> <category><![CDATA[Homero]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Audiobook]]></category> <category><![CDATA[Biografia]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Ilíada]]></category> <category><![CDATA[Obras]]></category> <category><![CDATA[Odisséia]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=802</guid> <description><![CDATA[Homero foi o primeiro grande poeta grego cuja obra chegou até nós. Teria vivido no século VIII a.C., período coincidente com o ressurgimento da escrita na Grécia.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fespecial-homero%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=Audiobook,Biografia,E-Book,Homero,Il%C3%ADada,Obras,Odiss%C3%A9ia&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><a href="https://audiobook.lojapronta.net/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=subcategoria&amp;codigo_categoria=4&amp;codigo_subcategoria=19"><img class="alignleft size-medium wp-image-803" title="odisseia de homero completo ebook" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/300x300-EspecialHomero.jpg" alt="odisseia de homero completo ebook" width="300" height="300" /></a>Homero foi o primeiro grande poeta grego cuja obra chegou até nós. Teria vivido no século VIII a.C., período coincidente com o ressurgimento da escrita na Grécia.</p><p>Suas obras, A Ilíada e A Odisséia estão entre os 100 melhores livros de todos os tempos.</p><p>A Ilíada é um poema épico grego que narra os acontecimentos ocorridos no período de pouco mais de 50 dias durante o dé</p><p>cimo e último ano da Guerra de Tróia e cuja génese radica na cólera de Aquiles.</p><p>Odisséia é uma dos dois principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuídos a Homero. É, em parte, uma sequência da Ilíada, outro obra creditada ao autor.</p><p>A Ilíada e A Odisséia podem ser adquiridas em áudio no site www.canoro.com.br (audiolivro).</p><p>Nesse especial você poderá acompanhar a sinopse dessas obras bem como a biografia do autor. O E-book da Ilíada e da Odisséia estão disponíveis para download.</p><p><strong>Clique no link abaixo para acessar:</strong></p><ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=154" target="_self">Biografia de Homero</a></li><li><a href="../?p=159" target="_self">Ilíada de Homero completo e-book e sinopse</a> (<a href="https://audiobook.lojapronta.net/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=91" target="_blank">audiobook</a>)</li><li> <a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=169" target="_self">Odisséia de Homero completo e-book e sinopse</a> (<a href="https://audiobook.lojapronta.net/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=92" target="_blank">audiobook</a>)</li></ul><p>Termos relacionado mais procurados (da forma como foram escritos):</p><ul><li>download de odisseia de homero</li><li> odisseia de homero completo ebook</li><li> ilíada: a guerra de tróia e book</li><li> a iliada e odisseia download</li></ul> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-odisseia-e-book-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">A Odisséia &#8211; e-book &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Biografia de Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/iliada-e-book-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">Ilíada &#8211; e-book &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-psicologicas/analise-do-audiobook-a-interpretacao-dos-sonhos-de-sigmund-freud-da-canoro-significado-dos-sonhos/" rel="bookmark" title="14 de junho de 2010">Análise do Audiobook A Interpretação dos Sonhos de Sigmund Freud da Canoro</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-jos-de-alencar-maior-representante-da-corrente-literria-indianista/" rel="bookmark" title="17 de junho de 2010">Biografia de Jos&eacute; de Alencar, maior representante da corrente liter&aacute;ria indianista</a></li></ul><!-- Similar Posts took 10.332 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/especial-homero/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Algumas obras de Victor Hugo</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-victor-hugo/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-victor-hugo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:00:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Victor Hugo]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=729</guid> <description><![CDATA[Odes et Poésies Diverses (1822) Nouvelles Odes (1824) Bug-Jargal (1826) Odes et Ballades (1826) Cromwell (1827) Les Orientales (1829) Le Dernier jour d&#8217;un condamné (1829) Hernani (1830) Notre-Dame de Paris Nossa Senhora de Paris (1831) Marion Delorme (1831) Les Feuilles d&#8217;automne Le Roi s&#8217;amuse (1832) Lucrèce Borgia (1833) Marie Tudor (1833) Étude sur Mirabeau (1834)<a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-victor-hugo/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Falgumas-obras-de-victor-hugo%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Literatura,Victor+Hugo&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignnone size-medium wp-image-731" title="victor hugo" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/victor-hugo1-255x300.jpg" alt="victor hugo" width="255" height="300" /></p><ul><li>Odes et Poésies Diverses (1822)</li><li>Nouvelles Odes (1824)</li><li>Bug-Jargal (1826)</li><li>Odes et Ballades (1826)</li><li>Cromwell (1827)</li><li>Les Orientales (1829)</li><li>Le Dernier jour d&#8217;un condamné (1829)</li><li>Hernani (1830)</li><li>Notre-Dame de Paris Nossa Senhora de Paris (1831)</li><li>Marion Delorme (1831)</li><li>Les Feuilles d&#8217;automne</li><li>Le Roi s&#8217;amuse (1832)</li><li>Lucrèce Borgia (1833)</li><li>Marie Tudor (1833)</li><li>Étude sur Mirabeau (1834)</li><li>Littérature et philosophie mêlées (1834)</li><li>Claude Gueux (1834)</li><li>Angelo (1835)</li><li>Les Chants du crépuscule (1835)</li><li>Les Voix intérieures (1837)</li><li>Ruy Blas (1838)</li><li>Les Rayons et les ombres (1840)</li><li>Le Rhin (1842)</li><li>Les Burgraves (1843)</li><li>Napoléon le Petit (1852)</li><li>Les Châtiments (1853)</li><li>Lettres à Louis Bonaparte (1855)</li><li>Les Contemplations (1856)</li><li>La Légende des siècles (1859)</li><li>Les Misérables (1862)</li><li>William Shakespeare (1864)</li><li>Les Chansons des rues et des bois (1865)</li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=733" target="_self">Les Travailleurs de la Mer (1866)</a></li><li>Paris-Guide (1867)</li><li>L&#8217;Homme qui rit (1869)</li><li>L&#8217;Année terrible (1872)</li><li>Quatrevingt-treize (1874)</li><li>Mes Fils (1874)</li><li>Actes et paroles &#8211; Avant l&#8217;exil (1875)</li><li>Actes et paroles &#8211; Pendant l&#8217;exil (1875)</li><li>Actes et paroles &#8211; Depuis l&#8217;exil (1876)</li><li>La Légende des Siècles 2e série (1877)</li><li>L&#8217;Art d&#8217;être grand-père (1877)</li><li>Histoire d&#8217;un crime &#8211; 1re partie (1877)</li><li>Histoire d&#8217;un crime &#8211; 2e partie (1878)</li><li>Le Pape (1878)</li><li>Vie ou de Mort (1875)</li><li>Religions et religion (1880)</li><li>L&#8217;Âne (1880)</li><li>Les Quatre vents de l&#8217;esprit (1881)</li><li>Torquemada (1882)</li><li>La Légende des siècles &#8211; Tome III (1883)</li><li>L&#8217;Archipel de la Manche (1883)</li><li>Œuvres posthumes</li><li>Théâtre en liberté (1886)</li><li>La fin de Satan (1886)</li><li>Choses vues &#8211; 1re série (1887)</li><li>Toute la lyre (1888)</li><li>Alpes et Pyrénées (1890)</li><li>Dieu (1891)</li><li>France et Belgique (1892)</li><li>Toute la lyre &#8211; nouvelle série (1893)</li><li>Correspondances &#8211; Tome I (1896)</li><li>Correspondances &#8211; Tome II (1898)</li><li>Les années funestes (1898)</li><li>Choses vues &#8211; 2e série (1900)</li><li>Post-scriptum de ma vie (1901)</li><li>Dernière Gerbe (1902)</li><li>Mille francs de récompense (1934)</li><li>Océan. Tas de pierres (1942)</li><li>Pierres (1951)</li><li>Mélancholia</li></ul> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/os-trabalhadores-do-mar-e-book-victor-hugo/" rel="bookmark" title="26 de outubro de 2009">Os Trabalhadores do Mar &#8211; e-book &#8211; Victor Hugo</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-victor-hugo/" rel="bookmark" title="26 de outubro de 2009">Biografia de Victor Hugo</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/pensamento-filosofico/ideais-de-victor-hugo/" rel="bookmark" title="28 de outubro de 2009">Ideais de Victor Hugo</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/tolstoi/algumas-obras-de-tolstoi/" rel="bookmark" title="21 de setembro de 2009">Algumas obras de Tolstói</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/algumas-obras-de-joseph-conrad/" rel="bookmark" title="22 de setembro de 2009">Algumas obras de Joseph Conrad</a></li></ul><!-- Similar Posts took 4.761 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-victor-hugo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Os Trabalhadores do Mar &#8211; e-book &#8211; Victor Hugo</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/os-trabalhadores-do-mar-e-book-victor-hugo/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/os-trabalhadores-do-mar-e-book-victor-hugo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:00:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Victor Hugo]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=739</guid> <description><![CDATA[O livro narra o embate do homem contra as forças da natureza e o poder avassalador de uma paixão. ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Fos-trabalhadores-do-mar-e-book-victor-hugo%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Literatura,Victor+Hugo&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-741" title="os trabalhodores do ..... livro" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/os-trabalhodores-do-.....-livro-182x300.gif" alt="os trabalhodores do ..... livro" width="182" height="300" />Ambientada na ilha de Guernesey, no canal da Mancha, para onde o autor se expatriou, o livro narra o embate do homem contra as forças da natureza e o poder avassalador de uma paixão.<br /> O enredo entrelaça diversos destinos à trágica sina do marinheiro Gilliatt, que, por amor à bela Déruchette, se empenha em realizar uma missão quase impossível: impedir que o coração do navio a vapor termine no fundo do mar.<br /> Líder do romantismo francês, Hugo mostra aqui todo seu talento de prosador, oferecendo uma narrativa empolgante, vívidos retratos psicológicos e uma descrição inesquecível da &#8220;velha Normandia onde vive o nobre e pequeno povo do mar&#8221;. Tradução feita por Machado de Assis.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><a title="Os trabalhadores do mar" href="http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/trad/trad_arquivos/trad_textos/trad000018.zip" target="_self"><strong>Faça o download do e-book</strong></a></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/algumas-obras-de-victor-hugo/" rel="bookmark" title="26 de outubro de 2009">Algumas obras de Victor Hugo</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-victor-hugo/" rel="bookmark" title="26 de outubro de 2009">Biografia de Victor Hugo</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/pensamento-filosofico/ideais-de-victor-hugo/" rel="bookmark" title="28 de outubro de 2009">Ideais de Victor Hugo</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-odisseia-e-book-homero/" rel="bookmark" title="23 de setembro de 2009">A Odisséia &#8211; e-book &#8211; Homero</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/otelo-e-book-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de outubro de 2009">Otelo &#8211; e-book &#8211; William Shakespeare</a></li></ul><!-- Similar Posts took 5.173 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/os-trabalhadores-do-mar-e-book-victor-hugo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Os Trabalhadores do Mar &#8211; Victor Hugo</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-trabalhadores-do-mar-victor-hugo/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-trabalhadores-do-mar-victor-hugo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:00:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Victor Hugo]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=733</guid> <description><![CDATA[Escrito em 1886, é considerado por muitos críticos e leitores como a sua verdadeira obra-prima. É uma obra imortal!]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Fos-trabalhadores-do-mar-victor-hugo%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,Literatura,Victor+Hugo&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><em> </em></p><div id="attachment_734" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><em><em><img class="size-medium wp-image-734 " title="trabalhadores do mar" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/trabalhadores-do-mar-210x300.jpg" alt="O polvo (aquarela de Victor Hugo) (1866)" width="210" height="300" /></em></em><p class="wp-caption-text">O polvo (aquarela de Victor Hugo) (1866)</p></div><p><em> </em></p><p><em>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p><p>Os Trabalhadores do Mar é a tradução portuguesa de Les Travailleurs de la mer, um romance de Victor Hugo, escritor francês, publicado em 1866. O livro é dedicado à Ilha de Guernsey, onde Hugo viveu 15 anos em exílio auto-infligido. A dedicatória diz:</p><p><em>Dedico este livro ao rochedo de hospitalidade e de liberdade, a este canto da velha terra normanda onde vive o nobre e pequeno povo do mar, à ilha de Guernesey (ou Guernsey), severa e branda, meu atual asilo, meu provável túmulo.</em></p><p>À guisa de apresentação, o editor escreve na primeira página:</p><p><em>A religião, a sociedade, a natureza: tais são as três lutas do homem. Estas três lutas são ao mesmo tempo as suas três necessidades; precisa crer, daí o templo; precisa criar, daí a cidade; precisa viver, daí a charrua e o navio. Mas há três guerras nessas três soluções. Sai de todas a misteriosa dificuldade da vida. O homem tem de lutar com o obstáculo sob a forma superstição, sob a forma preconceito e sob a forma elemento. Tríplice &#8216;ananke&#8217; pesa sobre nós, o &#8216;ananke&#8217; dos dogmas, o &#8216;ananke&#8217; das leis, o &#8216;ananke&#8217; das coisas. Na Notre-Dame de Paris, o autor denunciou o primeiro; em &#8216;Os Miseráveis&#8217;, mostrou o segundo; neste livro indica o terceiro. A essas três fatalidades que envolvem o homem, junta-se a fatalidade interior, o &#8216;ananke&#8217; supremo, o coração humano. </em>(Obs.: &#8216;ananke&#8217;: palavra grega para fatalidade.)</p><p><strong>A trama</strong></p><p>A história tem como protagonista um habitante de Guernsey de nome Gilliatt. O personagem que, segundo um &#8216;leitmotiv&#8217; comum na poética de Victor Hugo, é um marginal social, que se enamora de Deruchette, sobrinha do armador Lethierry. Quando o navio de Lethierry naufragou no rochedo Douvres, um lugar particularmente perigoso, não muito distante da ilha, em direção da costa francesa, Deruchette promete casar-se com o homem capaz de recuperar o motor a vapor da embarcação. Gilliatt oferece-se, e o romance passa a narrar as suas aventuras e desventuras, entre elas a luta com um imenso polvo gigante, dentro de uma caverna no rochedo. Os Trabalhadores do Mar é ambientado imediatamente após as guerras napoleônicas, e entre seus temas está também o impacto da primeira revolução industrial na mencionada ilha.<br /> O romance introduz a palavra pieuvre (polvo), do dialeto Dgèrnésiais no vocabulário francês: o termo usado até então era poulpe.<br /> Como no livro ‘’The Book of Ebenezer Le Page’’, de Gerald Basil Edwards, Victor Hugo usa o cenário da comunidade de uma pequena ilha para transpor eventos aparentemente mundanos para um drama do mais alto quilate.<br /> Há no livro, ainda, a questão da morte voluntária, escolhida pelo principal personagem do romance, Gilliatt, quando lhe ficou bem claro que irrevogavelmente perdera o amor de Deruchette, apesar de ter feito o que ela pedira. Dirigiu-se ao mar, que ele conhecia tão bem, escolhendo caminhos desertos, para o último ato de sua vida: esperar a morte, por afogamento, com a maré alta, sentado na Cadeira Gild-Holm-Ur, curiosa formação no rochedo, de frente para o mar, em forma de poltrona. De lá, viu passar o navio Cashmere que levava sua amada, recém-casada com o jovem pastor anglicano do lugar. E, à medida que a embarcação afastava-se, subia o nível do mar. Victor Hugo descreve os últimos momentos de um amor impossível:<br /> A água chegava-lhe à cintura. A maré levantava-se. O tempo corria. Ao mesmo tempo que a água infinita subia à roda do rochedo Gild-Holm-Ur, ia subindo a imensa tranqüilidade da sombra nos olhos profundos de Gilliatt. O navio afasta-se no horizonte: Depois diminuiu. Depois dissipou-se. No momento em que o navio dissipava-se no horizonte, a cabeça desaparecia debaixo da água. Tudo acabou; só restava o mar.</p><p><strong>História da publicação</strong></p><p>O romance foi primeiro publicado em Bruxelas, em 1866. A primeira tradução para o inglês não apareceu senão em 1887, quando Ward Lock publicou a tradução de Sir G. Campbell com o título ‘’Workers of the Sea’’. O título atual em inglês ‘’Toilers of the Sea’’ estabeleceu-se somente a partir de 1896, com a tradução de Routledge.<br /> A primeira tradução para o português, no Brasil, foi feita por Machado de Assis, trinta anos antes de ter publicado Dom Casmurro. Não que o tema fosse de sua predilação, mas à época Machado ainda não era famoso e fez o trabalho porque, em primeiro lugar, dominava bem o francês, e, em segundo, porque precisava do dinheiro que o editor lhe oferecia.<br /> Hugo pretendeu originalmente que o ensaio L&#8217;Archipel de la Manche (O arquipélago do Canal da Mancha) servisse como uma introdução ao romance, embora o ensaio não tivesse sido publicado senão em 1883, e que os dois só tivessem sido publicados juntos no século XX.</p><p><strong>Adaptações para o cinema</strong></p><p>Há registro de quatro adaptações do romance:</p><ul><li>Toilers of the Sea (1914) – dire(c)tor desconhecido (mudo)</li><li> Toilers of the Sea (1915) – dire(c)tor desconhecido (mudo)</li><li> Toilers of the Sea (1923) – dire(c)tor Roy William Neill (mudo)</li><li> Toilers of the Sea (1936) – dire(c)tor Selwyn Jepson.</li></ul> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/os-trabalhadores-do-mar-e-book-victor-hugo/" rel="bookmark" title="26 de outubro de 2009">Os Trabalhadores do Mar &#8211; e-book &#8211; Victor Hugo</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-irmaos-karamazov-dostoievski/" rel="bookmark" title="21 de outubro de 2009">Os Irmãos Karamazov &#8211; Dostoiévski</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/assassinato-no-expresso-do-oriente-agatha-christie/" rel="bookmark" title="18 de outubro de 2009">Assassinato no Expresso do Oriente &#8211; Agatha Christie</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/romeu-e-julieta-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; Júlio Verne</a></li></ul><!-- Similar Posts took 7.223 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-trabalhadores-do-mar-victor-hugo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Fausto &#8211; e-book &#8211; Goethe</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/fausto-e-book-goethe/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/fausto-e-book-goethe/#comments</comments> <pubDate>Sun, 25 Oct 2009 15:00:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Download]]></category> <category><![CDATA[Goethe]]></category> <category><![CDATA[Livro (e-book)]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[E-Book]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=713</guid> <description><![CDATA[Considerado símbolo cultural da modernidade, Fausto é um poema de proporções épicas que relata a tragédia do Dr. Fausto, homem das ciências que, desiludido com o conhecimento de seu tempo, faz um pacto com o demônio Mefistófeles.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fdownload%2Ffausto-e-book-goethe%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=E-Book,Goethe,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><p><img class="alignleft size-medium wp-image-714" title="fausto livro3" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/fausto-livro3-196x300.jpg" alt="fausto livro3" width="196" height="300" /></p><p>A figura do Dr. Fausto, que vendeu a alma ao diabo em troca de saber e prestígio sobrenaturais, deu origem a uma lenda imortalizada na arte ocidental.<br /> A partir da lenda faustiana, Goethe trata do conflito de um homem que se dilacera entre a vontade de se elevar espiritualmente e a atração pelos prazeres e bem terrenos.<br /> Súmula da razão e emoção, consciência e natureza, a peça é uma das obras-primas da literatura universal.<br /> Fausto é um poema dramático em que Goethe trabalhou desde a juventude; teve a sua primeira parte publicada em 1808, e a segunda, postumamente.</p><p><strong><a href="http://www.canoro.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=4" target="_blank">Adquira aqui os audiobooks de literatura &#8211; Loja Canoro</a></strong></p><p><a title="Fausto" href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&amp;co_obra=2650&amp;co_midia=2" target="_blank"><strong>Faça o download do e-book</strong></a></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-goethe/" rel="bookmark" title="25 de outubro de 2009">Biografia de Goethe</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/viagem-ao-centro-da-terra-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="6 de novembro de 2009">Viagem ao centro da Terra &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-volta-ao-mundo-em-oitenta-dias-e-book-julio-verne/" rel="bookmark" title="24 de outubro de 2009">A volta ao mundo em oitenta dias &#8211; e-book &#8211; Júlio Verne</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/a-tempestade-e-book-shakespeare/" rel="bookmark" title="2 de novembro de 2009">A Tempestade &#8211; e-book &#8211; Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/frankenstein-e-book-mary-shelley/" rel="bookmark" title="25 de setembro de 2009">Frankenstein &#8211; e-book &#8211; Mary Shelley</a></li></ul><!-- Similar Posts took 7.948 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/fausto-e-book-goethe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Fausto &#8211; Goethe</title><link>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/fausto-goethe/</link> <comments>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/fausto-goethe/#comments</comments> <pubDate>Sun, 25 Oct 2009 15:00:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Fabiano</dc:creator> <category><![CDATA[Goethe]]></category> <category><![CDATA[Obras literárias]]></category> <category><![CDATA[Análise do Livro]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.cultura.dequalidade.com.br/?p=706</guid> <description><![CDATA[É certamente uma das obras mais influentes da literatura mundial. Seu protagonista foi considerado a representação paradigmática do sujeito moderno.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"> <a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cultura.dequalidade.com.br%2Findex.php%2Fobras-literarias%2Ffausto-goethe%2F"><br /> <img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif&amp;source=culturadequalid&amp;style=normal&amp;hashtags=An%C3%A1lise+do+Livro,Goethe,Literatura&amp;b=2" height="61" width="50" /><br /> </a></div><div id="attachment_709" class="wp-caption alignleft" style="width: 246px"><em><em><img class="size-medium wp-image-709" title="rembrandt__faust_1242052188" src="http://www.cultura.dequalidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/rembrandt__faust_1242052188-236x300.jpg" alt="Fausto, água-forte de Rembrandt." width="236" height="300" /></em></em><p class="wp-caption-text">Fausto, água-forte de Rembrandt.</p></div><p><em> </em></p><p><em>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</em></p><p>Fausto é o protagonista de uma popular lenda alemã de um pacto com o demônio, baseada no médico, mágico e alquimista alemão Dr. Johannes Georg Faust (1480-1540). O nome Fausto tem sido usado como base de diversos romances de ficção, o mais famoso deles do autor Goethe, produzido em duas partes, tendo sido escrito e reescrito ao longo de quase sessenta anos. A primeira parte &#8211; mais famosa &#8211; foi publicada em 1806 e a segunda, em 1832 &#8211; às vésperas da morte do autor.<br /> Considerado símbolo cultural da modernidade, Fausto é um poema de proporções épicas que relata a tragédia do Dr. Fausto, homem das ciências que, desiludido com o conhecimento de seu tempo, faz um pacto com o demônio Mefistófeles, que o enche com a energia satânica insufladora da paixão pela técnica e pelo progresso.</p><p><strong>O Fausto histórico</strong></p><p>Johannes Georg Faust, o homem, nasceu no ano de 1480 em Knittlingen, na região de Württemberg, Alemanha. Segundo o teólogo protestante Philipp Melanchthon (1497-1560), quase contemporâneo seu e que ele tratou não muito amigavelmente em Wittenberg, entre 1525 e 1532, Fausto teria estudado em Cracóvia, onde a magia era então matéria curricular. Consta que ele fez uma conferência em Worms, em 1539, e que &#8220;muitas pessoas se deixaram iludir&#8221;. Também é fato que muitas famílias de destaque o acolhiam e algumas lhe confiavam a educação dos filhos. Quando ele morreu em 1540, em Staufen im Breisgau, não faltou quem jurasse ter sido por obra do diabo, que lhe viera esganar. O próprio Melanchton admitiu a hipótese de tratar-se de morte sobrenatural.</p><p><strong>O Fausto apócrifo</strong></p><p>Em 1507 foi nomeado mestre-escola em Kreuznach &#8220;um homem muito douto e místico&#8221;, chamado Georgius Sabellicus Faust Junior, que, conforme uma carta achada na abadia de Sponheim, &#8220;abusou dos alunos e fugiu&#8221;. Em 15 de janeiro de 1509 colou grau de bacharel em teologia, na universidade de Heidelberg, um certo Johannes Faust. Conrad Mutianus Rufus, da paróquia de St. Marien em Gota, conta que um tal Georg Faust blasfemava soberbamente em Erfurt, em setembro de 1513. O bispo de Bamberg declarou ter pago a um Faust, em 10 de fevereiro de 1520, dez moedas de ouro, para que ele lhe lesse o horóscopo. Documentos rezam que um doutor Georg Faust foi banido de Ingolstadt, em 15 de junho de 1528, como charlatão. Um doutor Faust teve negado salvo-conduto, em Nuremberg, a 10 de maio de 1532. Em Münster o doutor Faust, em 25 de junho de 1535, predisse a capitulação da cidade pelo bispo, como depois aconteceu. Em pouco tempo outros mitos e lendas que envolviam personagens como Simão Mago, Cipriano e Teófilo, episódios bíblicos e medievais, burlas e fábulas começaram a compor uma tão considerável tradição oral e apócrifa acerca desse Fausto, que ele acabou por tornar-se figura literária.</p><p><strong>O Fausto literário</strong></p><p>No intuito de compilar tudo quanto se acreditava e dizia acerca de Fausto, Johann Spiess, livreiro e escritor de Frankfurt, compôs no ano de 1587 a primeira narrativa literária dessa personagem. Era um volume de 227 páginas, intitulado como a Historia von dr. Johann Fausten, cujo enredo contava como ele se vendeu ao diabo a prazo estipulado, as extraordinárias aventuras que viveu nesse ínterim, a magia que praticava, e por fim sua morte e danação. Tudo isso publicado para servir de advertência sincera contra os que levavam a curiosidade intelectual além do limite estabelecido pelas igrejas. Muitos críticos e estudiosos avaliam esse primeiro romance faustiano, ou Faustbuch, como mera propaganda luterana para doutrinação e proselitismo. Controvérsias à parte, outros escritores perceberam que a personagem poderia servir a temas mais profundos e complexos. Com efeito, Fausto tornou-se figura recorrente ao longo de cinco séculos de literatura ocidental. Dois anos depois da publicação de Spiess, ou seja em 1589, o escritor e dramaturgo inglês Christopher Marlowe (1563-1593) transforma Fausto em peça teatral, onde sutilmente retrata o dilema do novo homem ocidental, então dividido entre a religiosidade medieval e o humanismo renascentista. Quase dois séculos depois, no ano de 1760, foi a vez do escritor alemão Gotthold Ephraim Lessing (1729-1781) criar uma nova versão dramática do Fausto, na qual ele encarnaria o heroísmo do intelecto humano, capaz por si mesmo de triunfar sobre o mal, personificado no diabo. A obra de Lessing, porém, hoje encontra-se fragmentada. Não obstante, Fausto se tornaria um das persongens preferidas do período romântico, que vai de meados do século XVIII ao século XIX, a notória época do Sturm und Drang. A personagem apareceria em muitas obras do romantismo alemão como o Fausts Leben (A Vida de Fausto, 1778), escrita por Maler Müller, e o Fausts Leben, Taten und Höllenfahrt (Vida, feitos e danação de Fausto, 1791) escrita por F. M. Klinger. Além destes, Nikolaus Lenau também fez uma versão romântica do Faust. Mas seria através do poeta Johann Wolfgang von Goethe que Fausto alcançaria a sua máxima expressão. A tragédia de Fausto, como dito anteriormente, foi a obra de toda a vida de Goethe. A primeira versão foi composta em 1775, mas era apenas um esboço intitulado Urfaust (Proto-Fausto, ou Fausto zero) que só foi publicado mais de cem anos depois, em 1887, quando o autor já havia morrido. Doze anos após a composição do Urfaust, houve ainda outro esborço, feito em 1791, que era intitulado Faust, ein Fragment (Fausto, um fragmento), e também não chegou a ser publicado. A versão definitiva, só seria escrita e publicada por Goethe no ano de 1808, sob o título de Faust, eine Tragödie (Fausto, uma tragédia), e assim trazia à lume sua maior obra prima. Mas a problemática humana do Fausto continuou a intrigar o poeta, e em 1826 ele começou a escrever a segunda parte do poema, publicado postumamente sob o título de Faust. Der Tragödie zweiter Teil in fünf Akten (Fausto. Segunda parte da tragédia, em cinco atos).</p><p><strong>Enredo</strong></p><p>No afã de superar os conhecimentos de sua época, evoca Fausto espíritos e, por fim, Mefistófeles, o demônio (palavra que significaria, etimologicamente, inimigo da luz) &#8211; com o qual negocia viver por vinte e quatro anos sem envelhecer.<br /> Durante este tempo, conforme o contrato assinado com seu próprio sangue, serviria o diabo a Fausto, em troca da sua alma. Entregue aos prazeres durante este tempo, é finalmente ao termo deles levado para o Inferno.<br /> Tendo, porém, encontrado o amor de Margarida, dela tenta obter a salvação, mas foi inevitável o destino a que se comprometera.</p><p><strong>O Fausto pós-moderno</strong></p><p>Sendo um arquétipo da alma humana, o mito de Fausto jamais se esgotou simbólica e literariamente, de modo que diversos artistas contemporâneos e posteriores a Goethe reagiram criativamente à personagem.<br /> O poeta russo Puchkin escreveu em 1826 um Faust notável pelo diálogo com Mefistófeles. Christian Dietrich Grabbe também compôs em 1836 uma tragédia onde confrontava Don Juan und Faust(Don Juan e Fausto). No século XX, o poeta francês Paul Valéry escreveu a peça Mon Faust (Meu Fausto), sem todavia a concluir.<br /> Depois foi a vez do magnífico poeta português Fernando Pessoa escrever Fausto: Uma Tragédia Subjectiva, inusitadamente narrado na primeira pessoa. E por fim, Thomas Mann publicou seu grande romance Doktor Faustus em 1947.<br /> Recentemente, em 2008, o escritor Rafael Dionísio lançou os seus &#8220;Cadernos de Fausto&#8221; revisitando também este mito. Fausto também foi tema para as peças musicais de vários compositores clássicos como Wagner (Faust), Berlioz (La Damnation de Faust), Schumann (Szenen aus Goethes Faust),Liszt (Faust-Symphonie) e Gounod (Faust).</p><p>Veja também: <a title="Fausto (artigo)" href="http://www.fraternidaderosacruz.org/am_fausto_de_goethe.pdf" target="_blank">Fausto, de Goethe &#8211; Um Exercício Interpretativo</a></p><p><a href="http://www.apario.com.br/forumdeutsch/revistas/vol5/forumd1.pdf" target="_blank">Essência e Aparência no Fausto de Goethe:Uma Relação Dialética</a></p> Recomendo que leia:<ul><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/biografia/biografia-de-goethe/" rel="bookmark" title="25 de outubro de 2009">Biografia de Goethe</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/download/fausto-e-book-goethe/" rel="bookmark" title="25 de outubro de 2009">Fausto &#8211; e-book &#8211; Goethe</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/romeu-e-julieta-william-shakespeare/" rel="bookmark" title="15 de outubro de 2009">Romeu e Julieta &#8211; William Shakespeare</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/assassinato-no-expresso-do-oriente-agatha-christie/" rel="bookmark" title="18 de outubro de 2009">Assassinato no Expresso do Oriente &#8211; Agatha Christie</a></li><li><a href="http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/os-irmaos-karamazov-dostoievski/" rel="bookmark" title="21 de outubro de 2009">Os Irmãos Karamazov &#8211; Dostoiévski</a></li></ul><!-- Similar Posts took 6.606 ms -->]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.cultura.dequalidade.com.br/index.php/obras-literarias/fausto-goethe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
